quinta-feira, 31 de março de 2011

Mantendo o "controle"

Aguardando ainda uma posição da diretoria com contratações visando o campeonato brasileiro vamos jogando em meio à oscilações da equipe que normalmente vêm jogando um péssimo futebol, o que reflete nas manifestações de todos e especialmente no fanático torcedor que vai ao estádio. Além de pagar a mensalidade, ter o deslocamento e outros gastos tem de aguentar um futebol muitas vezes fraco e quase medíocre se tratando de alguns jogadores porém sem ao menos poder se manifestar. Falo isso pois desaprovo a atitude do ilustre Geninho em discutir com um “corneta” que o importunava. Ele deveria ao menos ter ignorado esse torcedor xarope, afinal é ele e todos demais que pagam os salários astronômicos que vários recebem, inclusive o dele! Todos temos e devemos manter o controle pois a equipe é instável e muitos despreparados psicologicamente, inclusive o próprio Geninho que se mostrou abalado com suas declarações bem como suas atitudes...Precisamos manter o controle incentivando mais e vaiando menos pois esse time ainda sem reforços é realmente muito fraco. Paciência tem limite, mas temos que realmente aguardar pois nada podemos fazer. Vestir rubro-negro e fazer da baixada o verdadeiro caldeirão que é!Torcer muito e esperar que TUDO dê certo no final! SRN. à todos!

As baladas de Madson

O atacante Madson, do Atlético, estaria incomodando os vizinhos do edifício onde mora, em Curitiba, com seguidas e ruidosas festas em seu apartamento, segundo informou o site Paraná Online.
O site globo.com, ouviu alguns moradores do condomínio residencial onde o jogador reside, no bairro Bigorrilho, na capital paranaense. Segundo eles, o barulho produzido pelas festas tem incomodado bastantes os condôminos.
"Eu moro na outra extremidade, mas ouvi que muita gente se incomodou com isso (barulho). Realmente é muita música alta”, disse um deles ao site, sem se identificar.
Segundo um outro morador, a última festa organizada pelo jogador começou no domingo à noite e terminou apenas na madrugada.
O problema teria levado uma moradora do edifício a mover uma ação extrajudicial contra o condomínio por violação da lei do silêncio.
A diretoria atleticana não se pronunciou sobre o episódio.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Ingressos para o clássico

Respondendo a pergunta da nossa fiel leitora e super atleticana Vanessa Oliveira, os ingressos para o clássico contra o Paraná Clube, custam R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia entrada (para estudantes, idosos, menores de 5 a 12 anos e professores). O jogo acontece neste domingo às 16h, na Vila Capanema.
Para ampliar, clique na imagem

Torcida os Fanáticos, pede padronização na Baixada

Nossa torcida, parece que se esqueceu, que as cores do Atlético são vermelho e preto. Isso mesmo minha gente, vale lembrar que cada um de nós é RUBRO-NEGRO.
Aqui nós do Espaço Atlético, temos orgulho de nossas cores e vestimos o manto sagrado com muito orgulho.
Hoje publicamos, um belo texto publicado no site da maior torcida organizada do Atlético.
Vale a pena ler!!!

Hoje em dia é muito difícil acompanhar um jogo do Furacão e não reparar na diversidade de cores que tomam conta da Torcida. A cada dia que passa, o Caldeirão está ficando mais colorido, parecendo um verdadeiro Carnaval. É rosa, amarelo, azul, branco e até (acredite se quiser) verde!!! O que está acontecendo com nossa torcida? Será que estamos perdendo o orgulho de sermos Rubro-Negros?

Como é bonito rever aquelas antigas fotografias, principalmente na nossa querida "Baixada Velha", e ver aquela massa vermelha e preta. Nem bem acordávamos no domingo, já passávamos a mão naquela camisa vermelha e preta surrada, muitas vezes gasta e cheia de furos, mas tínhamos orgulho de ostentar o manto e as cores sagradas. Queríamos que todos soubessem, mesmo de longe, que lá vinha um atleticano. Atualmente parece que o torcedor tem vergonha de vestir as cores do Furacão. Muita gente parece que está indo passear no shopping ao invés de torcer para o Rubro-Negro no Caldeirão (maldito futebol moderno).
Sabemos que diversos fatores contribuem para esta mistura de cores e estilos, como a variedade de modelos de camisas oficiais do Clube com cores predominantes que nada tem a ver com nosso bom e velho vermelho e preto. Nós mesmos erramos quando lançamos materiais que predominavam o branco e o cinza, mas paramos de produzir a anos por percebermos que prejudicava a padronização no estádio. Por ser uma de nossas receitas para nos sustentarmos, confeccionamos e comercializamos nossos materiais, mas não exploramos a imagem do Atlético utilizando o escudo oficial do Clube. Já estamos em negociação para criarmos materiais licenciados, produzindo assim roupas de qualidade, padronizadas e com o escudo do Atlético, além de ajudar o Clube.
É claro que é bom diferenciar e que existem muitos desses materiais que gostaríamos de usar. Seguindo a lógica do "gosto não se discute", esta variedade tem que existir, afinal, o que agrada um pode não agradar o outro e vice-versa. O que estamos tentando colocar aqui é que esses modelos podem ser usados em outras ocasiões, como no dia-a-dia ou numa festa. Vamos deixar para usar na Baixada apenas o vermelho e preto.Ninguém é obrigado a comprar produto do Atlético e muito menos da Torcida Organizada, mas é impossível que ninguém tenha uma camisa que predomine o vermelho ou então o preto. Vamos resgatar aquele orgulho de sermos Rubro-Negros e colorir a Baixada com as cores da nossa paixão. Vamos nos mobilizar para iniciarmos uma padronização da torcida e nossa festa ficar ainda mais bonita. No jogo próximo jogo vá à Baixada de vermelho e preto. Converse com o torcedor do lado, que não esteja de rubro-negro, para que então venha no próximo jogo. Se cada um de nós fizer a sua parte, com certeza notaremos a diferença a cada jogo.
Dando um “puxão de orelha” voltado para nossos sócios e colaboradores, precisamos perder esta mania de usar roupa de aliados, outras torcidas e outros times na Baixada. Como citamos anteriormente existem milhares de outras ocasiões para usar este tipo de material. Com a proibição de materiais de comando, vamos nos policiar para não substituí-los por materiais de aliados. Outro fator importante é cuidar com os acessórios como bonés e toucas, pois muitas vezes o torcedor vai com a camisa do Clube ou da Torcida, mas com aquele “bonezão cor-de-rosa”, o que não adianta nada.
Por fim, esta é uma iniciativa para contribuir com o Atlético e resgatar a história de nossa torcida. Por favor, não vamos levantar polêmica do tipo "eu vou ao estádio com a roupa que eu quiser" ou então "quem eles pensam que são pra escolher a roupa que eu uso". Quem não quiser ajudar que também não atrapalhe. A força da nossa torcida sempre esteve na união e na paixão e com certeza, logo logo iremos colorir a Baixada inteira de vermelho e preto!!!
Depto. de Informática - Os Fanáticos

terça-feira, 29 de março de 2011

Flávio e Nieto estão à disposição do técnico Geninho

Geninho tem a sua disposição o zagueiro Flávio e o atacante Nieto, que cumpriram suspensão diante do Cascavel.
Ambos podem pintar no time atleticano como titulares. Geninho só define o time, minutos antes da partida.

Manoel liberado pelo DM

Manoel passou por uma ecografia nesta terça-feira e o exame não detectou nenhuma lesão no zagueiro, que ssntiu dores ainda no primeiro tempo da vitória sobre o Cascavel, no último domingo. O defensor, que na ocasião foi sunstituído por Gabriel, segue vetado pelo departamento médico e deve passar por uma nova avaliação médica. Isso se Geninho optar pela sua entrada no clássico com o Paraná, que acontece no próximo domingo, na Vila Capanema.

A aventura dos 87 anos. Por Edimar Malicheski

Salve amigos leitores do mais completo blog da nação atleticana.
No último sábado, completamos 87 anos de vida e tive a felicidade de jantar na melhor churrascaria da nossa cidade.
Estou falando da churrascaria Napolitana, de propriedade do meu grande amigo Mauro Singer.
Depois de comer muito, fui dormir na sede da Torcida Organizada os Fanáticos, minha segunda casa.
Quero agradecer, toda atenção que recebi do meu amigo Deco, não tenho palavras, pra dizer o quanto ele foi gente fina comigo.
Tomei um belo de um café na sede e depois, fui com a Caveira, para assistir a vitória sobre o Cascavel no domingo, foi uma verdadeira aventura, que mais uma vez tirei de letra, mesmo em minha cadeira de rodas.
A partida foi fraca tecnicamente, com o Atlético mostrando as mesmas deficiências dos jogos passados.
Infelizmente estamos com elenco muito fraco, com vários jogadores que não possuem condições técnicas, de vestir o manto sagrado atleticano.
Nossa diretoria esta acabando com o Atlético e só nós torcedores podemos mudar isso!
Digo só nós, pois esses idiotas engravatados, não sabem o que é ser atleticano, eles só pensam em dinheiro e dinheiro!
Raça torcida, raça Atlético. Nada está perdido!!!

Pierre está na lista de pretendidos pela diretoria do Atlético

busca por um bom volante persegue o Atlético desde a abertura da temporada. Com o andamento da Copa do Brasil e a proximidade do Campeonato Brasileiro, a diretoria rubro-negra já prepara uma lista de possíveis contratações e entre os nomes mais visados está o de Pierre, atual jogador do Palmeiras.
O volante de 29 anos já brilhou no time paulista, mas se machucou e acabou não sendo aproveitado pelo técnico Felipão. Pierre foi revelado pelo Ituano-SP e já defendeu o Paraná em 2006, participando da conquista do Paranaense e da campanha que levou o time à classificação para a Copa Libertadores de 2007, ano em que o volante se destacou e chamou a atenção do técnico Caio Júnior, então comandante do Palmeiras.

Parabéns Curitiba

Hoje, nossa capital do estado, esta de aniversário.
Curitiba completa nessa terça-feria(29), o aniversário de 318 anos.
Parabéns Curitiba, a cidade mais atleticana do mundo!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mais R$ 10 milhões são liberados pelo governo para as obras na Baixada

O governador do estado, Beto Richa, anunciou nesta segunda-feira (28), a liberação de mais R$ 10 milhões para as obras na Arena da Baixada. O valor corresponde a segunda parcela do convênio firmado entre o clube, a Prefeitura de Curitiba e o Governo Estadual e é pago através da figura jurídica do "Potencial Construtivo" - técnica que permite a compra e venda do direito de construir em determinado local.
No total, o governo se responsabilizou a passar R$ 45 milhões, dos quais já pagou R$ 20 mi. Outra verba prevista - R$ 45 mi - deve vir da Prefeitura de Curitiba, que guiará as obras de transporte e infraestrutura do município para a Copa do Mundo de 2014. Essa cifra só será captada depois que o Atlético lançar o processo de licitação e contar com uma empresa vencedora para começar a execução dos projetos.
O custo das obras na Arena da Baixada está estimado em R$ 135 milhões e, ao todo, cinco construtoras são esperadas no processo licitatório que o clube deve iniciar no fim de abril.

Apoiar sempre, desistir jamais. Por Elaine

Olá torcida mais apaixonada do mundo! Esse final de semana marcou o aniversário de 87 anos de nosso Furacão! Nossa Paixão, nossa Vida, nosso Amor Incondicional! Obviamente merecíamos mais do que a pseudo –festa que foi realizada na rua XV, pois foi lindo de ver como a torcida rubro-negra se mobilizou e transformou o centro da cidade em um mar vermelho e preto. Mostramos mais uma vez às torcidas adversárias como se ama de verdade! Sobre o jogo contra o Cascavel, fizemos uma partida apática, onde Mádson mais uma vez foi um dos melhores em campo, Alê e Wagner Diniz deram raiva e Paulo Baier esteve morno. O destaque ficou por conta de Adaílton, que mostrou como um jogador do Furacão deve agir e partiu pra cima dos adversários sem medo, fazendo assim um lindo gol, o segundo da nossa vitória por 2 x 0. Jogo à parte, estive observando algo que acontece freqüentemente com jogadores que passam por aqui. Em geral, os atletas contratados pelo Atlético chegam super motivados, afinal, estão em um clube com uma estrutura incrível, que tem crescido a cada dia e possui uma torcida inigualável! Apesar disso, após algum tempo, muitos desses atletas parecem perder toda a empolgação de início e entram em campo como se estivessem apenas cumprindo mais um dia de trabalho. Tem alguma laranja podre nesse saco, certeza! Após algum tempo, os jogadores parecem que são contaminados por algo que os desmotiva, que tira sua concentração! Outra coisa que me intriga é ver tantos jogadores que estavam aqui (e a maioria desses saíram vaiados), brilhando em outros clubes. Podemos citar alguns exemplos: Anderson Aquino( foi bem no Paraná e agora no Coxa); Wallyson (em fase excelente no Cruzeiro); Rodolpho (jogando tudo no São Paulo); Rafael Moura(se destacou no Goiás e agora no Fluminense); Gabriel Pimba (foi campeão Brasileiro série C 2010); Chico( ótimo futebol no Palmeiras); Cristian (volante campeão da Copa do Brasil em 2009 pelo Corinthians) e sei que existem outros mais não consegui me recordar. Um caso recente é Deivid, que correspondeu nos últimos jogos em que atuou, no entanto, está à disposição para ser emprestado. Que precisamos exigir o máximo de nossos guerreiros que estão em campo, isso é fato. A questão é como fazermos isso. Nosso elenco é bom, mas estão desorientados, perdidos, sem um esquema tático definido (pelo menos na prática não). Não sei se Geninho é capaz de resolver isso, mas precisamos acreditar. Nosso elenco pode ser mais bem aproveitado, desde que haja uma cabeça pensante pra isso.

O reforço que Bolicenho contratou, saiu vaiado de campo

Temos que melhorar, mas cada vitória vem dando confiança. Essa vitória é boa. Sabemos que precisamos de uma derrota do Coritiba, mas temos uma semana boa para trabalhar e o Geninho vai corrigir o que tiver que corrigir”, disse o jogador, que ao ser substituído, foi vaiado pela torcida.
Mais um jogador, que ainda não emplacou no Atlético e pelo visto jamais irá emplacar.

domingo, 27 de março de 2011

Atlético estreia camisa comemorativa na vitória sobre o Cascavel

A vitória por 2 a 0 sobre o Cascavel marcou a estreia da camisa comemorativa pelos 87 anos de história rubro-negra. Os atletas entraram em campo usando também o agasalho da Umbro, patrocinadora da equipe e a camisa só foi mostrada momentos antes do apito inicial do árbitro.
A novidade fica por conta das listras negras, agora colocadas na horizontal, além da gola com cordão, marcando o estilo retrô implantado no uniforme. A versão, segundo a empresa esportiva, faz referência ao uniforme de 1925, ano em que o Atlético conquistou a sua primeira conquista. O torcedor pode encontrar a camisa na Arena Store, a partir desta segunda-feira (28), por R$ 179,90.

Desempenho dos jogadores. Por Diogo Rodrigues Manassés

Pelo placar de 2x0 (gols de Lucas e Adaílton), o Furacão venceu em seus domínios, mesmo jogando mal. Veja análise do desempenho individual dos jogadores.

  • Renan Rocha: Fez boas defesas, mas cometeu um pênalti (que felizmente o juiz não deu). NOTA: 6,5.
  • Wagner Diniz: Foi mal, mas ao menos é um jogador da posição. Voluntarioso, criou boas jogadas, apesar de muitos passes errados. NOTA: 4,5.
  • Manoel: Razoável. Jogou na média do time. Foi substituído no intervalo em virtude de uma lesão. NOTA: 4,5.
  • Daltôn: Melhorou consideravelmente. Menos afobado, jogou um futebol de melhor qualidade que na partida anterior. Alguns erros, mas foi bem. Que prossiga no aprimoramento. NOTA: 7,5.
  • Paulinho: Regular. Na defesa, ótimo; no ataque, ficou apenas na vontade. Mas já foi pior ofensivamente. Com treino, pode render um pouco mais. NOTA: 5,0.
  • Alê: Jogou o futebol básico que já conhecemos. É notório que não serve para titular. NOTA: 4,0.
  • Robston: Praticamente nulo, foi substituído pelo técnico. Jogou muito mal, sendo um dos piores em campo. NOTA: 1,0.
  • Paulo Baier: No primeiro tempo, foi razoável; no segundo tempo, sumiu. Ainda assim, as melhores jogadas do Furacão partiam dos seus pés, inclusive o gol marcado por Lucas, que partiu de uma falta pelo Maestro batida. Mesmo jogando mal, é imprescindível no time, pelas bolas paradas e por cobrar melhor desempenho dos colegas. NOTA: 6,0.
  • Madson: Provavelmente foi a pior partida do jogador com a camisa rubro-negra. Incontáveis erros de passe. Salva-se pela corrida e pela insistência, mas foi muito mal. Tem uma qualidade imensamente superior à que vem apresentando. NOTA: 4,0.
  • Guerrón: Tentou, mas não fez a sua melhor partida. Mediano. NOTA: 6,0.
  • Lucas: Teve um desempenho terrível. Perdia as divididas, errava passes, errava as finalizações de um modo grotesco e perdeu dois gols. Um deles até mesmo Pedro Oldoni faria, inacreditavelmente o camisa 9 perdeu. Em termos de desempenho, foi o pior em campo. Por outro lado, marcou um gol de cabeça, em uma falta batida por Paulo Baier. Não fosse o gol, receberia nota zero. NOTA: 4,0.
  • Gabriel: Começou errando, foi discreto. Serve apenas como reserva. NOTA: 4,0.
  • Kléberson: Apenas entrou em campo, pois não jogou futebol. NOTA: 0,0.
  • Adaílton: Jogou pouco, mas foi suficiente para ser o melhor em campo. Voluntarioso, foi coroado com um gol. NOTA: 8,0.
  • Geninho: Acertou na escalação inicial, fazendo o básico. Acertou ao tirar Manoel e colocar Gabriel (era a única coisa que podia fazer) e, na teoria, acertou ao apostar tirando Róbston para colocar Kléberson (tirou um nulo para, na prática, colocar outro, tão nulo quanto o anterior). Muitos criticaram o fato de tirar Guerrón, que não vinha tão mal, para colocar Adaílton, permanecendo com Lucas (que vinha muito pior que o equatoriano). Há, contudo, uma lógica: tirou o atacante que joga pelos lados para colocar outro com as mesmas características, permanecendo com o atacante centralizado. É coerente. Além disso, não é equivocado dizer que “o dedo do técnico” foi fundamental no jogo, afinal, o jogador que ele colocou em campo foi responsável por um dos gols, que nos garantiu a vitória (em um momento que o adversário nos pressionava). Sorte ou sabedoria, mérito do técnico. NOTA: 7,0.

Com futebol fraco, Atlético vence o Cascavel

O Atlético não jogou o futebol dos seus sonhos, mas conseguiu o que queria. Jogando diante de sua torcida contra o lanterna do Campeonato Paranense, a equipe levou alguns sustos. Porém, aproveitando-se do faro de matador de Lucas, autor de um dos gols (o outro foi de Carlos Lima, contra), o time venceu por 2 a 0.
Com o resultado, o Furacão mantém a distância para o líder Coritiba em cinco pontos, seguindo vivo na busca pelo título do segundo turno. Já os visitantes deste domingo permanecem na lanterna, sem nenhum ponto conquistado.
Na próxima roda, o time do técnico Geninho tem o clássico contra o Paraná, enquanto a Serpente recebe o Arapongas.
O jogo - A primeira boa chance da partida ocorreu logo aos 17 minutos, quando Madson acertou bom cruzamento e Guerrón, livre de marcação, cabeceou para fora. Três minutos depois, o Cascavel ameaçou com Rafael, que arriscou de fora da área para boa defesa de Renan Rocha.
Porém, o gol só saiu após uma grande pressão dos anfitriões. Guerron, em duas oportunidades, desperdiçou a chance. Aos 36, ele cabeceou mal, e, no minuto seguinte, parou em boa defesa de Nivaldo.
O jeito então foi trocar de finalizador. Logo depois, Paulo Baier recuperou bola na direita e alçou na cabeça de Lucas, que mandou firme para o fundo do gol e levou o 1 a 0 para o intervalo.
Na segunda etapa, os donos da casa não conseguiram manter o mesmo ritmo, e deu chances para a Serpente. O empate, aliás, só não saiu graças a uma ótima defesa de Renan Rocha após chute de Quinho, na pequena área.
Refeito do susto, o Furacão voltou a ameaçar com Lucas, mas Nivaldo fez boa defesa. O triunfo, então, foi selado. Aos 37, Adailton fez boa jogada e chutou. Carlos Lima tentou cortar e acabou mandando contra o próprio patrimônio, fechando o 2 a 0.

Com 87 anos de vida, Atlético enfrenta o Cascavel na Baixada

O maior clube do estado, agora com 87 anos de vida, recebe o Cascavel neste domingo, às 18h30, na Baixada.
Mesmo bem atrás na classificação do certame estadual, o sonho do título do segundo turno ainda existe. Mas vale lembrar, que só a vitória ainda coloca o Atlético vivo no campeonato.
Uma derrota ou empate colocam o time fora da briga pelo caneco.
“Precisamos melhorar muito ainda. O time está muito distante daquilo que é um time ideal e do que esse time pode dar. Temos que marcar melhor, dar uma proteção melhor no meio, sair com uma bola mais organizada, o ataque ter uma mobilidade maior”, explicou o técnico Geninho, argumentando o que a equipe precisa fazer para vencer o time visitante.
O comandante atleticano Geninho, volta a mexer no time. O treinador volta ao esquema 4-4-2. Assim, o sistema defensivo será formado por Wagner Diniz na lateral-direita e Paulinho na esquerda. Formando a dupla de zaga, Manoel, que se recuperou das dores musculares, e Dalton.
No meio volta o DEVAGAR Alê para o time. Ele será o homem responsável por ajudar os zagueiros na marcação e fazer com que Robston saia mais para o jogo e faça sua função dentro de campo. Na armação, Paulo Baier e Madson, liberado das dores no quadril, serão os responsáveis pela armação das jogadas.
E no ataque rubro-negro, Guerrón está confirmado e terá Lucas como companheiro, já que o argentino Federico Nieto está suspenso.
Esse é o Atlético que entra em campo: Renan Rocha; Wagner Diniz, Manoel, Dalton e Paulinho; Alê, Robston, Paulo Baier e Madson; Guerrón e Lucas

Amor e ódio. Por Everton Furtado

Essa relação que tenho com o Atlético Paranaense não é fácil. Eu sei que o time me escolheu para ser seu torcedor fanático e seu fiel súdito, afinal todo rubro negro sabe que não é ele que resolve torcer para o CAP, e sim o CAP que o seleciona para ser seu torcedor.
Ser Torcedor do Atlético é estranho, pois não tem como expressar, amor total e incondicional? Isso eu sinto pela minha esposa, pelos meus pais e irmãos, mas o CAP, ahhhhh esse não tem explicação, posso ficar puto quando perde, quando é desclassificado, saio xingando todo mundo, coloco a culpa até no vizinho que resolveu estender uma toalha verde no varal, afinal tenho que achar um culpado, esbravejo, fico com péssimo humor, as pessoas geralmente me evitam nesse dia, mas quando abro meu armário e vejo aquele símbolo, aquele escudo, aquelas listras rubro-negras abro aquele sorriso e toda minha raiva passa, então fico mudo.
Certas épocas como agora, vivo essa relação amor e ódio com meu time, amor pois sou louco por ele, 24 horas pensando nele, e ódio por pessoas mal intencionadas arruinaram sua história e seu legado, me refiro desde jogadores a dirigentes, e devido a essas pessoas os resultados que esperamos ver não vem.
Me dói profundamente ver a situação que insiste em permanecer sob o nosso time, o pior é que ficamos de mão atadas as vezes sem ter o que fazer, apenas torcendo para que não aconteça o pior. Mesmo com toda essa raiva que me toma o auto controle eu amo esse time. Hoje me perguntaram o que faria com a tatuagem do CAP que tenho no braço caso em função dessa má gestão o Atlético fechasse as portas, respondi que faria outra, pois queria mostrar ainda mais ao mundo que um time de futebol de verdade existiu e ele tinha nome, não era um qualquer, ele se chamava Atlético Paranaense. Parabéns Clube Atlético Paranaense. Obrigado por fazer todos os dias da minha vida feliz, tenho certeza que o futebol brasileiro perderia a graça sem o teu escudo para representar a elite do futebol paranaense. Obrigado por me escolher para ser seu torcedor. Obrigado, por você existir.

sábado, 26 de março de 2011

Dia do Atlético...

87 anos... Por Luhana Baldan

Não são 87 dias, nem 87 horas, nem 87 minutos de história e de amor !
São 87 anos de alegrias e tristezas, lágrimas de emoção por um rebaixamento ou por um Título de Brasileirão !
O meu Furacão, voltado aos feitos do presente, e baseando-se nas glórias do passado!
O meu TIME, A MINHA FAMÍLIA…
O maior motivo da minha alegria!!!
O sentimento que move a nossa torcida ultrapassa qualquer coisa!
A alegria que sentimos em te seguir meu FURACÃO, só nós sabemos!
PARABÉNS PELOS 87 ANOS DE MUITA LUTA E DE VITÓRIAS QUE NOS LEGOU ESSE SANGUE E CORAÇÃO FORTE!

* Envie sue texto, parabenizando nosso Furacão pelos seus 87 anos, que publicaremos com sua foto ao lado! caducury19@terra.com.br




PARABÉNS FURACÃO!

PARABÉNS AO ATLETICANO APAIXONADO, QUE VÊ SEU GRANDE AMOR, COMPLETAR 87 ANOS DE MUITAS GLÓRIAS.
JÁ CHORAMOS, JÁ BRIGAMOS, JÁ SORRIMOS… CADA UM COM SEU TEMPO VIVIDO AO LADO DO CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE.
DIFICULDADES FORAM MUITAS, MAS JAMAIS O ATLÉTICO FICOU SOZINHO.
SOMOS VERDADEIROS TORCEDORES, AMAMOS ESSE ATLÉTICO, COMO NOSSA JÓIA MAIS PRECIOSA DO MUNDO!
ATLÉTICO, JAMAIS IREMOS TE ABANDORNAR!
PARABÉNS QUERIDO FURACÃO…

CLUBE ATLÉTICO DOS PARANAENSES, O ORGULHO DO NOSSO ESTADO!

Parabéns meu amor. Por Aline

Hoje o coração atleticano está ainda mais voltado para as glórias do passado. É um dia especial para cada um de nós, nação rubro negra! Hoje completa-se 87 anos de glórias e uma paixão cada vez maior. E é por essa paixão que vivemos a vida do clube e temos orgulho de cada pedacinho da história do Atlético Paranaense, que acaba até se confundindo com a história de nossas próprias vidas. Cada atleticano fanático tem uma história diferente de amor com o Furacão, mais o sentimento imensurável e incondicional é unanimidade.
Desde o início nosso clube carrega junto a ele a mística de ter raça e não temer nem mesmo a própria morte. Durante sua trajetória, mostrou através de suas superações que da fusão de América e Internacional, nascia o maior clube de futebol do estado. E assim conquistou a torcida guerreira, fiel e apaixonada, que o acompanha em todas as ocasiões, provando que o verdadeiro amor é demonstrado nos piores momentos.
Ser atleticano é fantástico. Mesmo quando tudo dá errado, eu olho para o manto sagrado e não me arrependo nem por um segundo das loucuras que já fiz pelo Furacão. Mesmo quando a tristeza de uma derrota parece me consumir, eu olho para o brilho do passado e sinto a cada dia mais que eu me apaixono pelo Atlético todos os dias. E quando tento pensar que o futebol é só um esporte, (como muita gente julga) eu vejo o Atlético em campo e percebo que ele é muito mais que uma instituição esportiva e que em minha vida, está abaixo somente de Deus.
Nesse dia tão especial, gostaria de homenagear o grande amor de minha vida. A você que não me poupa o coração nem mesmo em um joguinho do estadual, o meu muito obrigada por tudo. Sem ti, existir não faria o menor sentido. Eu te amo Clube Atlético Paranaense! E que venham mais 87 anos...
Saudações Rubro Negras e hoje mais do que nunca, é dia de pintar a cidade das cores do Furacão.

sexta-feira, 25 de março de 2011

O inferno são os outros. Por Diogo Rodrigues Manassés

Jean-Paul Sartre, filósofo existencialista (famoso por recusar um Nobel da Literatura), já falecido, é mundialmente conhecido por diversas frases de importância ímpar para a filosofia, dentre elas, destaco uma em especial: “o inferno são os outros”. Para ele, portanto, todas as outras pessoas dificultam a vivência, tornam o caminho individual mais tortuoso. Ainda assim, é necessário conviver com as dificuldades que todos nos trazem, não é possível escapar.
Para Marcos Malucelli, presidente do Atlético até dezembro, o grande responsável pela atual situação (ruim) do clube é o ex-presidente Mário Celso Petraglia. A culpa do desempenho ruim do time é a torcida, que critica os jogadores incessantemente... Afinal, foi Petraglia quem optou por adotar posicionamento político contrário à CBF e à Globo; foi ele também quem contratou os jogadores atuais. A torcida? É do tipo que nunca apoia o time, vaia todos os jogadores em todos os minutos e em todas as partidas!
É muito mais fácil imputar a outra pessoa a própria culpa. É mais fácil para um aluno dizer que “o professor é ruim”, ao invés de admitir falta de esforço; é mais fácil uma pessoa culpar outra em um acidente de trânsito; é mais fácil um dirigente culpar um ex-dirigente pela atual fase. Mais correto seria admitir que a contratação de Ocimar Bolicenho foi um erro gigantesco, diante da incompetência do profissional ao exercer a tarefa a que foi incumbido. O que Malucelli devia ter feito era dizer que errou ao contar com Bolicenho em sua equipe e que errou na montagem do atual grupo – contando apenas os problemas mais gritantes do momento.
Que fique claro que não sou “partidário” de nenhum dos dirigentes. Sequer os conheço pessoalmente. Venho apenas criticar um presidente incapaz de assumir os equívocos e que prefere (sua atitude mais irritante) expor publicamente sua rusga com o ex-presidente. Alega que a política conturbada complica ainda mais a situação. Pode até ser um agravante, mas, ainda assim, que tipo de oposição é a oposição calada? Como afirmar que Petraglia era antidemocrático (no “tempo da mordaça”), na incoerência de não querer que este se manifeste? Mas é melhor atribuir a outrem todos os problemas, afinal, “o inferno são os outros”. Que Geninho não insista no mesmo pecado.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Desempenho dos jogadores. Por Diogo Rodrigues Manassés

O Furacão, em mais uma partida ruim, venceu o Roma de Apucarana pelo placar de 3x2 fora de casa, gols de Guerrón e Paulo Baier (um de pênalti e um de falta).

• Renan Rocha: Fez boas defesas quando acionado (nenhuma com grande dificuldade) e não teve culpa nos gols. NOTA: 6,0.
• Manoel: No desempenho geral, foi médio. Contudo, foi responsável pelo cabeceio que gerou o segundo gol do adversário, não alcançando a bola, deixando-a para o adversário. NOTA: 4,5.
• Daltôn: Estreou mal. Não apresentou as características de um líbero (não soube, além de defender, sair para o jogo, quase como cabeça-de-área), ao contrário, quando a bola chegava aos seus pés, o jogador sempre era afobado. A bola queimava com Daltôn. Além disso, ficou “pregado” em frente ao goleiro. Espero que esse não seja o seu futebol. NOTA: 2,0.
• Flávio: Extremamente faltoso e irresponsável ao ser expulso. Por pouco não custou o resultado. NOTA: 0,0.
• Wagner Diniz: Não soube jogar bem como ala. Ainda assim, foi graças a uma de suas “descidas” que saiu o primeiro gol. Precisa de sequência de jogos para crescer de produção. NOTA: 5,0.
• Paulinho: Foi o mais regular da partida e o “menos ruim”. Ainda não sabe jogar como ala, mas não foi mal. Já consegue cruzar e chegar à linha de fundo. Por fim, foi um dos poucos jogadores com a inteligência de manter a posse de bola no ataque nos minutos finais. NOTA: 6,0.
• Robston: Inútil em campo. Não sabia se criava ou se marcava; quando criava, não era com qualidade, quando marcava, era com falta. NOTA: 2,0.
• Madson: Não teve bom desempenho, atuou muitas vezes centralizado por conta própria (apesar dos pedidos do técnico Geninho para o meia jogar pelos lados). Ainda assim, foi importante pela garra (sempre corre) e por ter sido protagonista do polêmico lance que originou o pênalti marcado pela arbitragem. NOTA: 5,0.
• Paulo Baier: O artilheiro isolado do Campeonato Paranaense (10 gols) não atuou bem. Errou passes, marcava muito mal e, mais uma vez, não apresentou seu bom futebol. Contudo, o futebol pode surpreender. Apesar de jogar mal, mais uma vez foi decisivo. O Maestro, mesmo quando joga mal, é capaz de decidir o jogo a favor do time pelo qual joga. Marcou os dois gols (um pênalti bem batido e uma falta espetacular) que garantiram a vitória do Furacão. Em resumo, não foi bem, mas, pela sua importância na partida, recebe nota alta. NOTA: 7,5.
• Guerrón: Fez um belíssimo gol (que exigiu qualidade) e era importante por “empurrar” o time ao ataque. Não fez sua melhor partida, mas não foi mal. NOTA: 7,0.
• Nieto: Deu uma boa cabeçada e ganhava dos atacantes adversários quando auxiliava a nossa defesa nas bolas paradas (era o único que ganhava as bolas altas nos ataques do adversário). Saiu bastante para o jogo, foi voluntarioso. Mas não apresentou bom futebol (a bem da verdade, também pela péssima criação do time). NOTA: 5,5.
• Gabriel: Ajudou a defesa quando o Roma mais atacava (minutos finais). Jogou pouco para receber nota.
• Adaílton: Participou de três lances. O primeiro foi um bom ataque que ele mesmo conduziu, que infelizmente não resultou em gol. Outro foi uma finalização não muito difícil em que o jogador errou o gol. Por fim, recebeu a falta que foi convertida em gol por Paulo Baier.
• Alê: Jogou pouco para receber nota.
• Geninho: Voltou a jogar com o 3-5-2, mas em contra-ataques. Em termos de produtividade, a única melhora foi que o meio deixou menos espaços (também por termos um zagueiro e um lateral de ofício no lado direito). Escalou o time corretamente (considerando, por óbvio, a fragilidade técnica do adversário), mas não foi tão feliz nas substituições. Tirou Madson para colocar Gabriel. A outra substituição, mais discutível, foi ter tirado Guerrón (que não estava mal) para colocar Adaílton (a meu ver, quem devia ter saído era Nieto). Por fim, tirou Nieto para colocar Alê. Embora não tenha cometido um erro enorme, Geninho não teve uma noite inspirada em termos de substituições. Por outro lado, há que se considerar que o time teve uma expulsão, que levou dois gols seguidos (que empataram a partida) e que a arbitragem foi bastante confusa. De qualquer maneira, o resultado em boa parte pode ser atribuído a Paulo Baier. NOTA: 6,0.
Uma observação especial merece o árbitro Edivaldo Elias da Silva. Na minha interpretação, o primeiro lance polêmico (sofrido por Madson) foi pênalti. O jogador foi esperto a ponto de cair apenas quando já estava na área (o que é correto, do ponto de vista do jogador, apenas os experientes fazem isso). A falta iniciou fora da área e continuou dentro, sendo que o jogador apenas caiu dentro. Se Madson apenas sofresse a falta fora e caísse dentro, sem sofrer falta dentro (lance bastante comum), seria falta. Restou configurado o pênalti porque o jogador do Roma fez falta também dentro da área. Além disso, a falta que resultou no segundo gol de Paulo Baier não foi falta, mas pênalti, pois ocorreu claramente dentro da área. O árbitro deu vários cartões amarelos ao Furacão, muitos desmotivados (como o do Nieto e do Madson), outros não (como os de Flávio). Por fim, Edivaldo da Silva foi exagerado no acréscimo de 6 minutos – não havia necessidade de tanto tempo. Pior, nos minutos finais a marcação de faltas era ainda pior. Foi uma arbitragem que, em termos de resultado, não foi prejudicial a ninguém, mas foi ruim.

Não mais que a obrigação! Por Célio

Acompanhamos na noite dessa quarta feira mais uma partida do furacão com o reflexo do que está acontecendo em dar confiança para um “profissional” que tem o nome na ata de fundação do time do puxadinho ao lado da valeta,Ocimar Bolicenho.Com um futebol pouco convincente que resultou em ainda permanecermos 5 pontos atrás dos ervilhas, que estão fazendo por merecer e jogando muita bola lideram com folga o campeonato que praticamente já garantiram para si. Não fizemos mais que a obrigação nessa partida frente a equipe do Roma Apucarana, jogando um futebol mediano, levando dois sustos sutis, quase comprometemos o resultado, porém o maestro e artilheiro do paranaense, Paulo Baier como sempre não nos decepcionou. Atleticano não desiste nunca porém temos total consciência que esse campeonato paranaense já não nos pertence mais. Daqui para frente precisamos tentar manter o foco na Copa do Brasil e tentar diminuir o prejuízo já no início do ano e também já visando a preparação para o campeonato brasileiro e copa sul americana que são competições importantes já na sequência. Temos total noção que apenas com esse plantel dificilmente conseguiremos algo, porém ao menos no campeonato paranaense é isso que temos para concluir...Precisamos de reforços urgente para a montagem do time para as competições que vêm na sequência. Se não tivermos esses reforços podemos infelizmente fazer péssimas previsões para o futuro. Mas a torcida apesar da péssima observação sobre a baixada feita pelo técnico Geninho, não abandona nunca o furacão e vêm mantendo uma ótima média de público apesar do péssimo futebol apresentado pela equipe. Jamais deixamos de apoiar, criticamos, cobramos, sim, afinal pagamos em dia para alimentar nossa paixão pelo Clube Atlético Paranaense, que estará comemorando 87 anos de história no próximo sábado quando todos comemoraremos já esperando um futuro com dias bem melhores, com atleticanos de verdade ajudando o furacão à conquistar mais e mais êxitos. SRN. à todos!

Jogadores pedem apoio ao torcedor atleticano

Paulo Baier, foi o jogador mais procurado, para dar entrevistas durante e depois da partida.
Em uma delas, o camisa aproveitou para comentar a dificuldade da vitória e também pedir apoio para a próxima partida. “Buscamos um resultado muito importante. Jogar aqui não é fácil. Esperamos que nosso torcedor entenda que precisamos de ajuda e que possa nos apoiar”, disse ele.
Quem também destacou a importância do resultado foi o volante Robston. “Eles têm jogadores muito rápidos e com um homem a menos complicou. Mas o importante é que saímos com a vitória. Por tudo que a equipe produziu, sair com um empate ou derrota seria injusto’, ressaltou o volante.
É bem provável que os jogadores estejam delirando, afinal apoio nunca faltou da nação atleticana.
Sempre a torcida esteve presente, cantando e apoiando o time. Não se pode colocar a responsabilidade na torcida, pela ridícula campanha no Campeonato Paranaense.
O que esta faltando, é qualidade técnica!!!
E se a torcida esta pegando no pé dos jogadores, podemos dizer só essa frase:
PACIÊNCIA TEM LIMITE!!!
É um absurdo perder em casa para um time de 5 divisão!
Nossa torcida merece mais respeito! Estamos cansados de passar vergonha!
Mais de 20 mil sócios, pagando em dia e vendo jogadores e diretores medíocress, acabando com o maior clube do estado do Paraná!!!

Zagueiro levou cartão em 7 segundos...

O zagueiro Flávio viveu uma situação curiosa na noite de ontem, em Apucarana. Logo aos sete segundos de jogo, ele cometeu uma dura falta em um adversário e recebeu o primeiro amarelo da partida. Aos 25 minutos do segundo tempo, Flávio cometeu outra falta e foi expulso de campo, deixando o Atlético com menos um atleta em campo.

O artilheiro nota 10

O atleticano PauloBaier, depois dos dois gol marcados na vitória de ontem sobre o Roma, se isolou no topo da artilharia do campeonato.
Agora Baier, soma 10 gols (7 de pênaltis, 2 de falta e 1 de bola rolando) e seus adversários mais próximos são Bill, Davi e Marcos Aurélio, do Coritiba com 8 gols cada um. Nieto e Madson tem 5 gols cada um no Estadual 2011.

Maestro salva o Atlético

O Atlético venceu fora de casa o Roma por 3 x 2, graças a grande habilidade e a estrela do camisa 10 atleticano.
Guerrón, em um belo voleio, abriu o placar na etapa inicial. Paulo Baier, de pênalti, ampliou no segundo tempo. Depois, o zagueiro Flávio Boaventura foi expulso. O Roma cresceu e empatou com Warley e Alex. Mesmo com um a menos, o Furacão reagiu e chegou à vitória em sensacional cobrança de falta de Paulo Baier. Com o resultado, o Atlético sobe para a terceira posição e segue vivo na competição. Agora ele tem 10 pontos, cinco a menos que o Coritiba, que venceu o Cascavel na rodada.
Infelizmente, a cada jogo, se repete a mesma história. O Atlético passa sufoco sempre! Nosso elenco é fraco, não temos laterias, nossa zaga é uma mãe e nosso ataque é nulo!
Ainda temos chances de conquistarmos o segundo turno, mas o torcedor que é consciente, sabe que com esse futebol apresentado, vamos passar vergonha nas outras rodadas e principalmente no Atletiba na Baixada!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Em crise, Atlético encara o Roma

Vivendo um momento complicado na temporada, com más atuações e resultados, o Atlético Paranaense vai a Apucarana, onde nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), encara o Roma, no Estádio Bom Jesus da Lapa. Com clara dificuldade de atuar em casa, o Furacão terá que se recuperar fora de casa, com a pressão de não poder mais se dar ao luxo de perder pontos.
O técnico Geninho deve mexer não só em peças, mas também na estrutura do time. O lateral Wagner Diniz, por exemplo, vai ganhar uma nova chance para tentar convencer o treinador, que reclamou publicamente de problemas na lateral. Outra novidade pode ser Alê, que volta de suspensão. O comandante rubro-negro também definiu no início da semana que o time voltará a atuar no esquema 3-5-2, com a entrada do recém-contratado zagueiro Dalton.
Sendo assim, o Atlético entra em campo com o seguinte time:
Renan Rocha, Manoel, Dalton e Flávio; Wagner Diniz, Robston, Paulo Baier, Madson e Paulinho; Guerron e Nieto.
É VENCER E VENCER!

terça-feira, 22 de março de 2011

Será que ele dá conta???

O site globo.com divulgou uma foto, que Madson aparece ao lado de sua linda namorada.
O tamanho ficou meio desproporcional, mas será que ele dá conta?
Que é engraçado, isso ninguém pode negar!
Mas temos que tirar o chapéu para o baixinho, afinal ele mandou muito bem!

33 anos ao lado do Atlético... Amor incondicional!!!

Como todos sabem, nós do Espaço Atlético, damos total apoio a maior torcida do Atlético. Muitos podem criticar a Fanáticos, mas só quem vive e conhece a fundo o trabalho da Caveira, pode falar algo de bom ou de ruim.
Somos sócios em dia da torcida e com muito orgulho! Conhecemos os verdadeiro fanaticanos… Isso mesmo, conhecemos todos os fanaticanos! Sabemos diferenciar, torcida organizada de marginais, idiotas vestido com a Caveira nas costas!
A veraddeira torcida é contra vandalismo, brigas. A única coisa que se vê dentro da sede da TOF, são pessoas malucas, taradas, apaixonadas pelo Atlético. Que gastam o pouco dinheiro que tem, para pagar a bosta da mensalidade do clube, que esta sendo um verdadeiro roubo!
Roubo? Isso mesmo! Cadê nosso dinheiro? Onde estão investindos? Cadê as mensalidade, de mais de 19 mil sócios? Cadê o time? Cadê os títulos?
Publicaremos abaixo, o texto que esta no site da TOF, e concordamos com tudo que esta escrito!
NÓS AMAMOS O ATLÉTICO, ASSIM COMO A FANÁTICOS E ALGUNS POUCOS TORCEDORES DE VERDADE!
TORCEDOR MODINHA, QUE VÃO TODOS A MERDA!
ATLETICANO DE VERADADE AMA SEMPRE, VESTE SEMPRE VERMELHO E PRETO, NAS DERROTAS OU VITÓRIAS!
SRN

___________________
No último final de semana, o atual time do Atlético protagonizou mais uma tragédia em plena Baixada: conseguiu perder para o Operário de Ponta Grossa e deu adeus às chances de faturar o fraquíssimo campeonato Paranaense. A Torcida fez a sua parte e apoiou o time durante o jogo todo, mas como paciência tem limites, nos minutos finais protestamos e criticamos a diretoria e alguns jogadores.
Falar do jogo em si, das deficiências do Atlético e da inércia de nossa diretoria seria chover no molhado. Poderíamos colocar dezenas de textos que divulgamos no ano passado e nos anteriores (desde 2006) que caberiam perfeitamente para a atual situação, ou seja, estamos cometendo os mesmos erros há muito tempo e nenhuma providência é tomada!!!
Não existe mais nada para falar que já não tenha sido dito, portanto, iremos deixar de agir com o coração e vamos começar a agir com a razão. Agradecemos a atual diretoria pelo respeito que sempre demonstrou por nós, diferente do porco que comandava o Atlético anteriormente, mas acima de tudo estamos do lado do Atlético. Não queremos saber de eleição, quem irá assumir, se poderemos entrar com faixas ou bateria... foda-se!!! Não devemos nada para ninguém!!! Queremos saber é de títulos, de lutar por alguma coisa, de conquistar alguma coisa!!!
Estamos pouco nos lixando pros filhos da puta que vem nos criticar e falar bobagens como que ganhamos salário, que ganhamos ingressos, que somos vendidos e até que estamos do lado desses baba-ovos da assocap, envolvidos com a política do Clube. Estamos cagando pra quem vai estar no comando, desde que tenha respeito pelo Atlético e por sua Torcida, e que realmente conquiste alguma coisa.
Não comandamos e muito menos concordamos com a quebradeira que rolou depois do jogo, mas cada um planta o que colhe. O Atlético está brincando com a paixão da sua torcida faz tempo, jogando no lixo a história e tradição do Clube, uma hora terá que enfrentar a fúria e a revolta dos torcedores. Derrotas ridículas, para times ainda mais ridículos, em pleno Caldeirão; sermos humilhados pelos rivais devido a péssimas atuações em clássicos; contratações medíocres e duvidosas feitas por um diretor de futebol paranista; rixas e panelinhas no elenco, festinhas e bacanais promovidos por jogadores que não tem o mínimo de respeito pela torcida; diretoria que não arrisca, não toma providência nenhuma e não tem o controle de nada que ocorre dentro do Clube... o que mais teremos que aturar? O rival ser campeão e dar volta olímpica novamente dentro da Baixada?
Estamos acostumados com babacas de internet, blogs, redes sociais e colunistas, que se escondem atrás de um computador para falar besteiras sem fundamento. O difícil é escutar declarações como a de Geninho, de que "está ficando muito difícil jogar na Arena", ou como a de nosso presidente, de que "Se precisar" será feita uma limpa... PORRA!!! Se precisar??? O que mais falta para que percebam que a coisa está feia??? Mas esperar o quê de uma diretoria e comissão técnica que não sabe nem que os jogadores do próprio time estão fazendo uma orgia, no mesmo hotel em que estão hospedados, após uma derrota para um time que está na série C do Brasileiro, na competição que é o caminho mais curto para a Libertadores?!
Realmente, chegamos no fundo do poço e estamos num beco sem saída, sem perspectiva alguma. Se o ano mal começou e já estamos totalmente ferrados, imagine quando o Brasileirão começar. Será preciso um verdadeiro milagre para salvar o Atlético!!! Não sabemos o que a diretoria irá fazer para sair dessa, mas é bom começarem a se coçar, pois se não foi pelo amor, agora será pela dor!!!

OS FANÁTICOS: PELO ATLÉTICO SEMPRE!!!
Diretoria Os Fanáticos

Obras na Baixada devem começar até o fim de abril

As obras na Arena devem começar em aproximadamente 40 dias, segundo as estimativas do gestor da cidade para o Mundial, Luiz de Carvalho. O consultor acompanhou a visita técnica que os integrantes do Comitê Organizador Local, órgão ligado à FIFA, fizeram ao estádio.
A comissão conta com o gerente de operações de Segurança, Aggeu Bezerra, a arquiteta responsável pelo projeto das instalações temporárias, Bárbara Fernandes, a gerente geral de Transportes, Elaine Felske, o gerente geral de Segurança, Hilário Medeiros e o gerente de Operações do Estádios, Tiago Paes. A comitiva fica dois dias em Curitiba para avaliar a infraestrutura da Arena, questões de segurança, além da mobilidade urbana e a situação dos transportes na cidade.
A Praça Afonso Botelho, que fica em frente à Arena, deve receber estruturas temporárias, destinadas às ações dos patrocinadores da Copa, bem como à recepção e área de atendimento aos torcedores. A comissão também conheceu o projeto de ampliação do estádio (para mais de 40 mil torcedores) e deve sobrevoar toda a cidade, ainda hoje, para entender e visualizar o modo de transporte e as obras de mobilidades previstas para o Mundial.
"Os técnicos estão verificando as saídas emergenciais, de que forma se mobiliza e se locomove mais rapidamente, seja por via rodoviária, de automóvel ou ônibus, seja por via aérea, de helicóptero, para agilizar no transporte de emergência para um centro médico ou até mesmo em uma ação de segurança caso haja algum refém", disse Carvalho.
O gestor da cidade para assuntos referentes à Copa do Mundo de 2014 acredita que dentro de um mês a empreiteira será escolhida pelo clube e já iniciará os trabalhos, sem atrapalhar a realização das partidas. "O projeto executivo está pronto, os cálculos estão finalizados e nós deveremos fazer esta semana uma reunião para avaliar estes cálculos. Eu imagino que o início das obras aconteça até o final de abril ou começo de maio, quando estiver finalizando o Paranaense", confirmou.

Vão embora logo. Por Edimar Malicheski

Salve amigos e amigas…
Tudo péssimo pra nós Minha revolta não tem limites e o que mais quero é ver as mudanças acontecerem na diretoria atleticana.
Cadê meu temido Furacão? Cadê aquele time, que em casa acabava com os adversários? Cadê a mística da Baixada?
Já começo a pensar que os jogadores que estão entrando em campo, estão querendo ver a cabeça de Geninho! Só pode ser isso, pois o time esta completamente perdido e sem a mínima noção de futebol.
Tá na hora do Malucelli pegar o boné e sumir do meu Atlético. Tenho que confessar algo que muitos podem me criticar. "Estou com saudades do velho Petraglia… Aquele sim nos deu alegrias e me faz sorrir por muitos anos.
Que saudades do meu Atlético forte. Que saudades dos títulos… Que saudades da Baixada pegando fogo com a energia da nossa maravilhosa torcida! Chego a me emocionar, quando me recordo de fatos de poucos anos atrás. "EU ERA FELIZ E NÃO SABIA"!!!
Pega sue bone Bolicenho e aproveita e leva essa idiota e burro do Bolicenho e vão aprontar lá pro lado dos porquinhos do Alto da Glória! Alías, seu sobrenome já esta até na camisa deles! Você se sentir;a em casa!
Sumam… vão embora! Vocês envergonham uma nação que ama de verdade o Atlético!


Não deixem morrer meu Atlético. Por Camila Lopes F. Provenzano

Sou do tempo em que futebol não era coisa de menina. Mas aprendi a gostar de futebol, tanto quanto gostava de ballet. Meu avô me ensinou isso. Entre outras coisas que ele me ensinou foi a máxima de que nosso caráter é nosso maior patrimônio.
Ao ver a situação caótica que se encontra o time do meu coração, aquele que vi sair das “vacas magras”, num tempo em que o futebol paranaense tinha expressão zero no certame nacional, meus olhos mareiam e um aperto no peito vem com tamanha força que nem sei expressar.
Para uns bobeira, time de futebol não paga suas contas. E não paga mesmo. Mas como explicar tamanha paixão? Vovô Itaciano, que foi presidente do clube em 1949, o qual o Alético ganhou o apelido de Furacão, deve estar revirando no túmulo. E o que diria Joffre Cabral? Uma carta “escrita por ele” foi publicada. Ele literalmente morreu do coração pelo time.
Vejo dia após dia, atitudes mais do que amadoras por parte da diretoria. E dos seus subalternos, funcionários do clube, começando pelas atendentes do Espaço Sócio Furacão e chegando ao elenco. Salvam-se alguns poucos... bem poucos.
E lendo blogs, sites, twitter, redes sociais a revolta é grande. Tomou proporções de ira.
Mas aí pergunto, só agora? Desde que nosso digníssimo Malucelli assumiu, eu venho dia após dia frisando que ele não era a mão forte necessária para dirigir o clube. E o próprio assumiu, disse que não se arrepende de ter sido presidente, mas que futebol não é a praia dele. Aí eu pergunto, cadê o caráter? Se sabia que não ia ter colhões para isso, não tivesse assumido. Deixasse para quem sabia, ou pelo menos tentaria fazendo o seu melhor. Seguidas contratações bizonhas e espalhafatosas. Dinheiro esvaindo pelo ralo. O clube, que cresceu,saiu do anonimato, se expressou em menos de 10 anos, agora é apenas piada. E não só do rival, que convenhamos pode comemorar o bi campeonato paranaense. Mas o tal Furacão da Baixada não mete mais medo em ninguém. Nem no minúsculo Grêmio Prudente.
Triste? Eu diria revoltante. Já viram que nem jogador leva o clube a sério? Dezenas deles aqui não produziam, são negociados e de repente desencantam e viram estrelas de brilho grandioso. E quando estão aqui fazem da torcida tão apaixonada seu fantoche. Festas regadas a bebida e mulher, sem um mínimo de respeito pós trabalho mal feito. Pra não dizer vexame em rede televisiva aberta.
O que é que tem de errado no Clube Atlético Paranaense? Falta de comprometimento.
Dos maiores aos menores. Me perdoe Paulo Baier, Bolinha,Ocyr, Joãos, Marias que não se incluem nessa lista. Mas o que vejo é um descaso profundo, motivado e atiçado pelo desprezo ao que foi feito pela a diretoria anterior. Não me chamem de Petraglista porque não sou. Acho que o tempo dele passou sim, que novas cabeças pensantes e empreendedoras venham.
Mas não podemos negar que ele revolucionou o Atlético, e que, como outros presidentes deve estar revirando ao ver a situação que chegamos. Seus últimos anos não foram tão bons, fato. Mas não se desperdiça tempo e dinheiro como estão fazendo.
Contratar uma íngua como diretor de futebol, que nem na época do colégio era chamado pra jogar, pelo simples fato que era um perna de pau? E pior, mantê-lo no cargo pagando-lhe bem para que rode o Brasil e nos traga jogadores bizarros, afastados, encostados e todos os “os” possíveis.
Recontratar um técnico que já está mais que provado que teve sua expressão em 2001, e lá ficou. Tirou-nos do rebaixamento e ponto. Estão achando que o Santo faz milagre quantas vezes???
Declarar em público que “ no hay denero” já se tornou um chavão tão cansativo quanto os bordões do Faustão. Como assim não temos dinheiro? Nosso maior rival tem uma receita muito menor que a nossa e faz mais contratações e melhores que as ultimas apresentadas.
Não querer deixar dividas? Louvável, mas infame. Como ter um time competitivo com jogadores medianos, para não dizer que são sofríveis?
A torcida organizada pode entoar um canto: “ somos a menor divida do Brasil”.
E nesse passo vamos cantar com gosto, mas na segunda divisão. Aí sim eu quero ver o tamanho da dívida.
Vamos lá rubro negros. Vamos mostrar que isso não nos agrada. Porrada não adianta, mas um bom soco na mesa há de adiantar.
Cadê o conselho? Conselheiros se manifestem.
Ou vão deixar o barco desgovernado se espatifar no próximo coral?
Nosso caráter nosso maior patrimônio. Está faltando pra muito jogador, mas isso é uma outra história.

* Esse texto que a atleticana Camila Lopes brilhantemente escreveu, expressa exatamente o que a nação atleticana está sentindo, nesse momento de dor e revolta!
O Furacão está sendo comandado por pessoas fracas, que não vivem o Atlético na alma!
Nossa torcida merece respeito. São 87 anos de vida... Nosso Atlético é muito forte, para ser derrotado por energúmenos trajados de terno e gravata!
MUDAÇAS JÁ, OU NOSSO FIM SERÁ NA TRÁGICA SEGUNDA DIVISÃO!

Desfalques tornam a vida do técnico Geninho ainda mais difícil no jogo diante do Roma

O Atlético vai ao norte do Paraná para tentar apagar o gosto amargo que ficou depois da derrota para o Operário, em casa, no último sábado. Em Apucarana, o time da Baixada vai a campo enfrentar o Roma, na quarta-feira (23), às 21h50, mas o técnico Geninho deve ter problemas para escalar o grupo.
Quatro jogadores estão vetados pelo departamento médico e ficam fora da partida. Lucas, Rafael Santos, Héverton e Héracles sentiram lesões e não viajam com a delegação.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Estão brincando com nossa paixão. Por Elaine

Eu gostaria muito de falar de coisas boas aqui. Fiquei me enrolando para escrever o texto de hoje, pois a dor de ver meu Furacão perder em casa para o Operário nessa altura tão importante do Campeonato está difícil de suportar. A vitória de quarta-feira me enganou bonito! Juro a vocês que imaginei que o time agora ia pegar no tranco, e confesso que gostei muito do futebol apresentado contra o Paulista. Como muitos apaixonados rubro-negros fizeram, ignorei o frio e a garoa de sábado pra ver (felizona e esperançosa) meu querido Furacão. Mas, saí da Baixada sem motivos pra sorrir e de brinde ganhei uma bela sinusite! Os mais criticados após a partida foram Mádson e Guerrón, e eu discordo das críticas. Mádson fez bons passes, lutou e correu por quase todo o tempo. Em relação à Guerrón, foi um dos jogos em que ele mais se movimentou, inclusive, com uma bela jogada, deixou Baier na cara do gol. Nosso Maestro esteve apagado, apático, sem fôlego, sem vontade e sem a vibração que ele antes apresentava. Eu não consigo encontrar explicações para um time se comportar tão diferente num intervalo de três dias. Também estou tentando entender porque nossa defesa resolveu brincar de estátua no segundo gol do Operário. O fato é que entregamos de bandeja o Paranaense para o coxinha. E com esse time, lutaremos de novo pra não cair no Brasileirão. Nosso elenco é razoável, mas o que me intriga é sentir que nossos jogadores parecem não demonstrar vontade, felicidade, satisfação e nem respeito ao jogar. A impressão que tenho é que eles entram em campo pra cumprir mais um dia de trabalho apenas. Não demonstram sequer pensar na torcida, no amor que milhares de pessoas carregam por esse Escudo, no sacrifício que a maioria faz pra manter em dia o smart de sócio. O que estão fazendo com nosso Atlético? Fora de nossa administração MM! Fora OB!
Queremos atleticanos de verdade comandando nosso Furacão! Precisamos exigir isso galera! NINGUÉM BRINCA COM NOSSA PAIXÃO!

A sofrida lateral direita

Se perguntar para a torcida atleticana qual é a posição mais carente da equipe rubro-negra, é bem provável que a maioria responda que é a lateral direita. Este setor tem sido a grande dor de cabeça dos treinadores que passaram pelo Furacão nos últimos tempos.
No início de 2011, a diretoria trouxe Marcos Pimentel (que já foi dispensado e está na Portuguesa) e manteve Wagner Diniz (que não vive boa fase há um bom tempo). Depois que Pimentel deixou o clube, o prata da casa Edgar subiu para o profissional, mas o problema da lateral direita ainda não foi sanado.
"A gente vem trocando e ninguém pega a camisa e diz que é dele. A diretoria tentou, mas as coisas acabaram não andando. Não está muito fácil você achar. A diretoria tentou e está tentando. Estamos tentando até para uma sequência de Copa do Brasil, mesmo que não vá ser utilizado no Paranaense. Não dá pra começar o Brasileiro sem ninguém ali. Ali nós vamos ter de buscar alguém já para a Copa do Brasil", disse o treinador.

domingo, 20 de março de 2011

Esperar até dezembro???

"Fiquei triste com o comportamento da torcida. Acredito que ela poderia ter nos apoiado um pouco mais. Ela está com saudade do tempo da bonança e agora não está satisfeita com o desempenho atual. Lamento muito, estamos fazendo o maior esforço para reverter esta situação, mas parece que isto não basta", declarou Malucelli.
"Fiquei decepcionado e só não abandono o barco porque falta pouco tempo pela frente. Então vou tocar com toda a honra e dignidade, fazendo meu trabalho, mas realmente deste meio eu quero me ver longe. Lamento profundamente e estou chateado. Não sou candidato à reeleição e a qualquer outra coisa no Atlético. Trabalhamos demais pelo clube e depois ter que ouvir aquilo", completou Malucelli...

Análise dos jogadores. Por Diogo Rodrigues Manassés

O Furacão perdeu para o Operário, primeira derrota com o técnico Geninho, pelo placar de 2x0.

  • Renan Rocha: Não teve culpa nos gols que sofreu, fez duas defesas difíceis. NOTA: 7,0.
  • Manoel: Muito mal, atuando improvisado como lateral-direito. Foi pelo seu lado que o Fantasma melhor atacava. NOTA: 3,0.
  • Gabriel: Ruim como o resto da defesa. Não tem condição de ser titular. NOTA: 3,0.
  • Flávio: Foi o maior responsável pelo segundo gol do adversário, sendo facilmente driblado. De resto, foi tão mal quanto os outros zagueiros. NOTA: 2,5.
  • Paulinho: Nos minutos iniciais, apareceu bem no ataque e foi, como de costume, competente na defesa. Como o resto da equipe, caiu de produção e teve desempenho ridículo. NOTA: 2,0.
  • Vitor: Nulo. Não marcava ninguém, deixando o técnico Geninho extremamente irritado com o desempenho do volante (tirando-o de campo no intervalo). NOTA: 0,0.
  • Robston: Outro que foi muito mal. Salvou-se por conseguir distribuir o jogo pelos lados em vários momentos, mas, na marcação, foi mal. NOTA: 4,0.
  • Paulo Baier: Foi uma das piores partidas do Maestro, talvez a pior desta temporada. Salvou-se pelas bolas paradas, que infelizmente não foram bem aproveitadas. NOTA: 5,0.
  • Madson: Correu e tentou, tem esse crédito. Em termos de desempenho, contudo, não conseguiu nada. NOTA: 6,5.
  • Guerrón: Foi a pior partida do equatoriano com o técnico Geninho. Não conseguiu nada! NOTA: 4,0.
  • Nieto: Perdeu oportunidades, mas foi pouco acionado. Ainda assim, deu bons passes (coisa que, tempos atrás, sequer conseguia fazer). Foi um dos melhores do Furacão em campo, porque era a melhor presença ofensiva. NOTA: 6,5.
  • Wagner Diniz: Não acresceu na lateral-direita. Ficou apenas nas tentativas falhas. O jogador não vive boa fase, ainda assim, é preferível que jogue pois é da posição. NOTA: 3,0.
  • Kléberson: Entrou para jogarmos com um a menos. Está sendo chamado para entrar em campo apenas com base no nome, pois não fez, ainda, sequer uma boa partida. Decepcionante! NOTA: 0,0.
  • Adaílton: Jogou pouco para ser avaliado (sem contar que entrou em condições em que a partida estava melhor para o Fantasma).
  • Geninho: O técnico, infelizmente, foi bastante infeliz. Muitos o criticam por improvisar Manoel como lateral-direito. Até concordo, o zagueiro não tem a qualidade necessária para atuar nesta posição. Contudo, há uma coerência: se o time jogou bem contra o Paulista, teoricamente, haveria uma evolução, portanto, seria mais correto manter a escalação da última partida. O erro foi, mesmo ao ver que o setor estava deficiente, substituir apenas no intervalo, tirando Manoel e mantendo Gabriel, para colocar Wagner Diniz. A justificativa foi que tanto Manoel quanto Gabriel estavam mal, então não haveria diferença na substituição. Por mais que seja verdade, a qualidade de Manoel é superior à de Gabriel, essa deveria ser a lógica, a meu ver, correta. Outro equívoco foi colocar Kléberson em campo: mais uma vez, como, lamentavelmente, esperado, o jogador não teve boa apresentação. Era previsível. Vitor não vinha bem, mas o Xaropinho não iria acrescer ao grupo neste jogo. De resto, o técnico fez o óbvio e cobrou dos jogadores. Não merece ser crucificado. Como culpar um técnico que tem um plantel limitadíssimo? A culpa é de quem deu a ele este plantel. NOTA: 5,0.

Caminho aberto na Copa do Brasil. Por Everton Furtado

Olá amigos leitores...
Não é fácil escrever algo sobre o Atlético, depois de mais uma derrota. A vontade é de mandar tudo a m… xingar de todos os palavrões nossa diretoria...
Tá difícil as coisas ou sou eu que ando otimista demais? Vamos olhar os fatos, campeonato paranaense, meu Deus o que tem de tão difícil em ganhar desses timinhos do interior, o único time com uma equipe mediana são as paquitas, tem aquele elenco de série B e só está ganhando todas porque só pegou baba até agora, afinal no atletiba, não era o Atlético que estava jogando era outro time que eu não conheço, enfim, se formos analisar, o certame estadual é ridículo, mas nossa brilhante diretoria não consegue se dar bem nesse fraco estadual. Basta ver o vexame que o Atlético deu ontem na Baixada.
O paranaense já era… Não adianta se iludir! Os porcos do pia mijo, vão levantar mais uma vez o caneco, graças a falta de competência de MALUCELLI E BOLICENHO!
E a Copa d Brasil? Tá fácil pessoal! O astral lá é outro. Jogadores fracos que estão se perdendo em campo no paranaense, podem mostrar algo de útil e levar o Atlético longe nessa competição.
Nosso caminho está tranqüilo de percorrer. Poderemos ir até as quartas de final, sem pegar nenhum time de expressão, provavelmente Botafogo e São Paulo, se enfrentaram e deles sairá um para nos pegar nas semifinais.
Na minha opinião, poderemos bater neles aqui na Baixada e irmos tranquilos para o jogo de volta, ou seja, passando, estamos na final!
Aí sim mora o problema, dependendo do time que chegar na final pelo outro lado da tabela, poderemos enfrentar empecilhos, como a mídia toda apoiar o outro time, corre o risco de favorecimento, através de arbitragem e outras coisas, mas ai o segredo é ir com força total para conquistarmos a tão sonhada Copa do Brasil.
Seria uma ótima despedida para Malucelli, que prometeu títulos e até agora só deu vexame.
Vocês devem me achar maluco em sonhar com a Copa do Brasil, mesmo vendo o time perdendo em casa para o fraco Operário. Mas sinceramente, acredito que na Copa do Brasil, tudo é diferente. No mata- mata, podemos fazer a diferença, mesmo com um elenco limitado!
Em relação ao brasileiro já não posso dizer nada, aliás tenho que me preocupar muito, afinal nosso time esta fraco, perdido e com uma diretoria cagona!
Graças a Deus, o brasileiro é um campeonato longo, assim dá tempo de contratar e se recuperar!
Um dia, isso não vai dar certo, tenham certeza disso! Os coxas e os paranistas sabem bem o que estou querendo dizer… Um dia, não teremos forças para nos recuperarmos e a segundona será o futuro!
O Atlético é grande e vai superar essa fase ruim, que insiste em ficar na Baixada!


sábado, 19 de março de 2011

Malucelli: "Esse plantel não atende às nossas necessidades"

"Não vou fazer uma análise dos jogadores em público porque não seria próprio de um presidente, mas teremos uma reunião de diretoria nesta semana. Se fossem jogadores à altura do Atlético, não estaríamos na situação em que estamso hoje, terminando o primeiro turno a sete pontos do Coritiba e hoje a cinco do Coritiba e do Operário. É inconcebível que o Atlético esteja numa situação dessas com o time que tem", afirmou o dirigente.
Se precisar, e parece que precisa, nós faremos uma limpa. Não prosseguiremos o ano com o elenco que aí está. Nem que eu, presidente, tenha que interferir nas contratações. Esse plantel que aí está não atende às nossas necessidades. Fatalmente teremos outro time no Brasileiro. Falei isso até para os jogadores: se eles nos decepcionassem, e eles vêm nos decepcionando, teríamos outro time no Campeonato Brasileiro", concluiu Malucelli.

Agora a cagada esta feita! Quem contratou esses jogadores??? Será que foi a torcida, ou foi o idiota do Bolicenho???
O primeiro que precisa sair é o Bolicenho. Sua saída, já da esperanças de melhoras para o Atlético!
E chega de prometer Malucelli! A verdade é que tomamos na cabeça no paranaense e teremos que assistir, o rival levantar mais uma vez o caneco!
MUDANÇAS JÁ! FORA BOLICENHO, FORA MALUCELLI!

DIRETORIA MEDÍOCRE!

Chega de passar vergonha!
Ninguém mais aguenta ver o Atlético, sendo destruído por profissionais de péssima qualidade.
Quando Malucelli assumiu, foram inúmeras promessas, títulos e que jamais o elenco atleticano seria esquecido.
Cadê o time? E os títulos?
O que se viu, foi uma diretoria medrosa, elencos medíocres e nada de títulos.
Simplesmente, essa atual diretoria está acabando com a marca Atlético, que por muitos anos, foi muito forte e concorrida por inúmeros patrocinadores.
Quem vai querer patrocinar um time como o nosso? Quem vai acreditar, em algo que essa medíocre diretoria prometa?
A paciência terminou!
Precisamos, urgentemente tirar esse incompetente do Bolicenho e o medroso do Malucelli do nosso Atlético.
MUDANÇAS JÁ!

Atlético, mais uma vez dá vexame na Baixada

Um time perdido, de cabeça baixa, diretoria medíocre, um treinador sem saber o que fazer. Esse é o Atlético Paranaense que estamos vendo!
Mais uma vez, o Atlético decepcionou a sua torcida, perdendo o jogo para o Operário por 2 x 0.
A partida começou com muita marcação no meio campo, com alguns lances mais fortes, inclusive. Aos quatro minutos a primeira boa oportunidade criada pelo Furacão, com Guerrón cruzando para Paulinho, que testou pela linha de fundo. Também de cabeça, Flávio, aos oito minutos, aproveitou levantamento de Paulo Baier e mandou para fora. A resposta do Fantasma veio aos 11 minutos, com um chute venenoso de Mateus que obrigou Renan Rocha a fazer linda defesa.
O Operário começou a gostar do jogo e equilibrou as ações. Aos 13 minutos, Lisa cobrou falta na área e Mateus subiu mais do que todo mundo para desviar para o fundo das redes. O Atlético tentou reagir rápido, com uma cobrança de falta de Paulo Baier, no ângulo, dois minutos depois, mas Ivan foi buscar para fazer um milagre na Arena. A pressão era toda atleticana e, aos 22 minutos. Nieto lançou o maestro rubro-negro, que arrematou por cima da meta.
O Furacão abusava na arte de perder gols. Aos 24 minutos, Baier chutou cruzado, dentro da área, e a bola caprichosamente foi para fora. Aos 33 minutos, Paulinho fez a jogada na lateral e levantou para Nieto cabecear e parar nas mãos de Ivan. No momento em que se aproximava do empate, o Atlético recebeu o banho de água fria. Aos 35 minutos, Ícaro recebeu na área e bateu no cantinho para ampliar. A torcida vaiava nas arquibancadas.
No segundo tempo, o técnico Geninho colou em campo Wagner Diniz e Kléberson, buscando criar um fato novo. Porém, a primeira cegada ao ataque foi o Fantasma, com Lisa, que cruzou fechado e obrigou Renan Rocha a interceptar o lance. O Atlético-PR errava demais, mostrando certo nervosismo depois do intervalo. Já o Operário administrava com inteligência o resultado e marcava bem o adversário.
O time de Ponta Grossa ainda conseguia criar algumas oportunidades, como aos 15 minutos, com Rodolfo, que chutou cruzado, pela linha de fundo. Aos 20 minutos, sem conseguir penetrar na defesa alvinegra, Madson arriscou de muito longe e deu trabalho para o goleiro Ivan. Novamente o baixinho atleticano tentou resolver com um petardo, aos 24 minutos, mas sem sucesso.
A partida entrava na reta final e o Atlético seguia sem maiores perspectivas de virar o placar ou mesmo empatar. Aos 30 minutos, Ceará fez falta violenta e foi expulso de campo. Mesmo com um a menos, que teve mai suma chance clara foi o próprio Fantasma, com Mateus, que aos 32 minutos bateu em cima do goleiro e, no rebote, carimbou a trave. O Rubro-Negro tentava pressionar, mas não estava em uma tarde feliz. Aos 43 minutos, lançamento para Paulinho, que não alcança. Nas arquibancadas, os gritos de vergonha, vergonha'.
Mais una jornada negativa, tudo comandado por MALECELLI E BOLICENHO, pessoas que estão acabando com o Atlético.

Amanhã tem atleticano voando baixo!

Domingo - 20/03 - tem estreia da Stock Car 2011, no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais. E o atleticano Lico Kaesemodel competirá com o Stock Furacão (nome dado a seu carro, que leva as cores Rubro Negras e o escudo de nosso Clube).
''Estamos iniciando um novo ano e essa novidade me deu ainda mais motivação para realizar uma temporada de sucesso, que espero seja meu melhor campeonato na Stock Car. Além do escudo, vou carregar comigo toda a torcida rubro negra, que com certeza vai me trazer boas energias. Minha motivação está redobrada.'' - comemorou Lico.

Furacão recebe o Fantasma no Caldeirão

Depois de fazer uma partida razoável contra o Paulista, na última quarta-feira, o Furacão recebe o equilibrado time do Operário de Ponta Grossa.
A Baixada será o palco e a pelota rola às 16h. O Rubro-negro precisa vencer para assumir a liderança provisória do returno e pressionar o Coritiba, que joga no domingo.
O Furacão terá três desfalques. Lucas e Rafael Santos, que não atuaram contra o Paulista, seguem de fora. Portanto, Nieto e Flávio continuam os substituindo. O argentino foi o grande destaque no jogo da Copa do Brasil, marcando os dois gols da vitória.
Alê está suspenso e também não joga. A solução encontrada por Geninho foi escalar Vitor, mesmo sem acreditar que ele possua as mesmas características do titular. As outras baixas são jogadores reservas, Heracles e Héverton, que ainda não se recuperaram das suas lesões.
Guérron foi liberado para jogar, graças ao efeito suspensivo que o Furacão conseguiu para o atleta.
Geninho sabe que não será uma partida fácil e ele tem razão, basta ver a bela campanha que o Fantasma faz no certame estadual.
“Parto sempre da premissa que tenho que respeitar o meu adversário, se você achar que está previamente ganho, pode ser surpreendido, mas também não pode se impressionar com as campanhas deles”, advertiu Geninho.
O Atlético entra em campo com esse time: Renan Rocha; Manoel, Gabriel, Flávio e Paulinho; Vitor, Robston, Paulo Baier e Madson; Guerrón e Nieto
Ajude o Atlético vencer. Vamos fazer o Caldeirão ferver e assustar o Fantasma!
Na Baixada, fantasma não se cria! O CALDEIRÃO VAI FERVER!!!

FURACÃO x ''fantasminha'': a hora da verdade. Por Aline

O que a maioria da torcida atleticana sentia antes do jogo contra o Paulista de Jundiaí, era insegurança. Insegurança devido ao time que ainda está em evolução, que busca o tão falado entrosamento, e que segundo Geninho, jogava apenas 20 % do que podia. E diante disso, mesmo que o meu coração rubro negro acreditasse, a minha racionalidade me fazia crer que teríamos jogo de volta, ou que se a classificação viesse, seria bem suada. Que alegria estar enganada! O Atlético se impôs e com o iluminado Nieto (que não é craque, mais faz gols e atualmente, isso basta) e a experiência fantástica de Paulo Baier, avançou para as oitavas de final da Copa do Brasil.
E hoje jogaremos contra o encardido time do Operário. O melhor time do interior contará com todo seu time titular para enfrentar o Furacão. E então poderemos ver se a vitória de quinta feira foi apenas por uma noite de sorte ou se o Furacão realmente está se encontrando, como esperamos e torcemos tanto.
Eu particularmente, não gosto do Alê e mesmo com a boa atuação diante do Paulista, não o considero um desfalque e prefiro Vitor. Róbston diz ter características ofensivas e que fará muitos gols e espero que o cumpra. Contaremos com Guerrón, graças ao advogado Domingos Moro que conseguiu o efeito suspensivo que impediria o atacante de atuar, ainda por causa da expulsão no Atletiba. Caso não tivesse sido revogada a punição de Guerrón, Madson jogaria adiantado e Nieto seria o único atacante, mais com a volta do equatoriano, creio que Nieto ficará no banco. E falando em banco, há novidades por lá também: os novos integrantes do grupo, o zagueiro Dalton e o atacante Adaílton foram relacionados para a partida.
Colocaremos em campo o melhor que temos hoje, para enfrentar o ''fantasminha'' e seguir na briga pela liderança do estadual. Vencer em casa é sempre obrigação, e nessas circunstâncias, contra um adversário direto, é muito mais que isso. Há muito o que melhorar ainda, mais torço para que nosso respeitado técnico esteja no caminho certo. Somente a vitória interessa para o Atlético Paranaense, então, vamos lutar por ela.
Saudações Rubro Negras!