
Outros times, como Botafogo, Flamengo e Fluminense, tentaram contratá-lo, mas ele preferiu continuar no Atlético até o fim da carreira. Parou cedo, aos 28 anos, no auge da forma física e técnica, para dedicar-se aos estudos e à carreira no antigo Banco do Estado do Paraná.
Os títulos foram a maior recordações de todos os tempos em que esteve no Atlético, mas ser o capitão de um dos melhores times montados pelo clube e, que recebeu o apelido que o consagra até hoje, foi a maior emoção. Nilo era capitão do time de 49, quando o Atlético ficou conhecido como Furacão. Ao lado da presidência do Conselho, essas foram as maiores emoções de sua vida.
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