quarta-feira, 17 de março de 2010

Atlético joga mal e só empata com o Sampaio Corrêa

O Atlético novamente não mostrou um bom futebol e acabou empatando com o Sampaio Corrêa, em São Luis por 1 x 1.
O empate não foi um péssimo resultado, pois o regulamento da Copa do Brasil faz com que o Atlético entre classificado na partida de volta em Curitiba.
Mas a torcida não quer saber desse tipo de conclusão, pois o Atlético tinha obrigação de eliminar a partida de volta.
O Furacão não se achou em campo, mostrando a mesma fragilidade das últimas partidas.
No primeiro tempo, o Atlético começou mais ousado do que o Sampaio Corrêa. Com isso, precisou de apenas 22min para abrir o placar. Em falta próxima à aréa, o veterano Paulo Baier cobrou com categoria e mandou a bola para o fundo das redes: 1 a 0. O gol assustou os anfitriões, que recuaram e só assistiram ao jogo do time paranaense. O melhor lance dos maranhenses, aliás, aconteceu só aos 45min, quando Gabriel cruzou para Selmir, que tocou na bola e só não marcou porque Márcio Azevedo tirou em cima da linha.
No segundo tempo, porém, o Atlético foi surpreendido logo aos 2min quando Castorzinho bateu falta com categoria no canto direito, tirando todas as chances de defesa do goleiro Neto: 1 a 1. Com o gol, a torcida local passou a empurrar o Sampaio Corrêa, que partiu para cima e criou outras boas chances. Uma delas aos 13min, quando Castorzinho arriscou o chute e mandou a bola na rede pelo lado de fora.
Já aos 16min, Chico disparou um chute forte de longe e mandou a bola no travesão. Para melhorar, o técnico Vagner Ferreira optou pela saída de Castorzinho, o grande articulador do Sampaio Corrêa na partida, aos 20min. Com isso, Atlético ganhou mais sossego no meio de campo e passou a criar mais do que o adversário. Aos 25min, Paulo Baier dominou com categoria e tocou para Raul, que cruzou para Tartá. O jovem, que havia acabado de entrar na vaga de Pepe Toledo, chutou de primeira, mas para fora.
Nos minutos finais, o Atlético conseguiu anular totalmente o Sampaio Corrêa, que não criava e dava muitos sinais de cansaço, principalmente depois da saída de Castorzinho. O gol, no entanto, não saía. Netinho, Tartá, Raul e Bruno Furlan, que havia entrado no lugar de Paulo Baier, até criavam as jogadas, mas falhavam na conclusão ou esbarravam no goleiro Rodrigo Ramos e até mesmo na trave do Nhozinho Santos. Placar final: 1 a 1.

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