Seguindo o caminho já trilhado pelo árabe Abdullah Al-Kamali, atacante que integra o elenco profissional do Atlético, o goleiro Hassan Al-Fardan vem para o clube para um período de três meses de treinamentos e aprimoramento. O jogador dos Emirados Árabes vai pagar para permanecer no clube durante o período e não pode ser considerado um “reforço” ao Rubro-Negro.quarta-feira, 1 de julho de 2009
Goleiro dos Emirados Árabes vem para período de treinos
Seguindo o caminho já trilhado pelo árabe Abdullah Al-Kamali, atacante que integra o elenco profissional do Atlético, o goleiro Hassan Al-Fardan vem para o clube para um período de três meses de treinamentos e aprimoramento. O jogador dos Emirados Árabes vai pagar para permanecer no clube durante o período e não pode ser considerado um “reforço” ao Rubro-Negro.Atlético - Campeão Paranaense de 1925
Nossa história começa em 1925. Era o nosso segundo ano de existência, ainda havia dúvidas sobre o sucesso da fusão que originou o Rubro -Negro. Mas o primeiro título do Atlético provou aos americanos e internacionalistas que a união daria certo. Com uma campanha invicta no primeiro turno, não houve atleticano que não se animasse para as fases finais. Já na primeira partida do campeonato, lavamos a alma. Despachamos o Savóia, que havia acabado com as nossas esperanças um ano antes. Não fosse isso e seríamos campeões já no primeiro ano de vida. A motivação era muito grande para aquele jogo e valeu à pena. Urbino e Marreco jogaram muito e, se não fosse o goleiro Alberto, do Savóia, o resultado não seria só 1 a 0.O segundo jogo foi um empate em 3 a 3 com o Coritiba. , humilhamos o antigo Paraná com um devastador 7 a 1. Em seguida, foi a vez do Campo Alegre sentir a nossa força em outro massacre, desta vez por 5 a 1. Depois, ainda vencemos, em sequência, o Universal, o Palestra e o Britânia, todos por 2 a 1. No segundo turno, o Atlético perdeu somente a primeira partida. E como Atlético e Savóia terminaram os turnos com a mesma campanha, o título foi decidido entre as duas equipes.
A baixada da Água Verde ficou lotada nas partidas finais, cerca de cinco mil torcedores acompanharam a disputa do título. Era o fascínio da camisa rubro-negra começando sua mística, seu encanto, sua força.
O primeiro jogo foi no dia 10 de janeiro de 1926, e o Atlético saiu na frente. Urbino, nosso homem-gol naquele ano, abriu o placar, com um chute no canto direito do goleiro adversário. Mas a equipe do Savóia era forte e conseguiu empatar quando nossa vitória parecia certa.
A expectativa para a segunda partida era imensa. Imagine se pudéssemos voltar no tempo e comemorar de terno e gravata – era assim que se ia aos jogos na época – o primeiro título da história do Atlético. Imagine poder contar, hoje, aos netos e bisnetos um história tão especial... O Atlético é um universo mágico, as emoções que desperta mexem com a gente, mesmo quando são apenas imaginárias!
Mas voltemos à decisão do campeonato, à finalíssima, vamos ser logo campeões, que é o que realmente interessa nesta história. Era domingo, dia 17 de janeiro, mês de muita chuva. Naquele dia, o Rubro-Negro mostrou porque era mais time que o Savóia. Saímos atrás. No final da primeira etapa, Henrique abriu o placar para eles, mas nosso time não se abateu, foi pra cima, lutou, pressionou, até que Urbino, mais uma vez ele, resolveu fazer das suas. O ponta se meteu a driblar, um a um, todos os defensores do Savóia, fez uma pintura de jogada e empatou a partida a 30 segundos do fim do primeiro tempo. Era a glória, já era possível pressentir que o título seria nosso. Era só uma questão de tempo.
Depois do intervalo, foi a vez de Marreco brilhar. Ele fez os dois últimos gols e sacramentou a vitória e o título atleticano. O Savóia ainda chutou um pênalti na trave de Tapyr, nosso goleiro nas partidas finais, o que só completou a felicidade de toda a torcida rubro-negra. Esperamos o apito final e comemoramos, vibramos muito. É bem verdade que de um jeito mais contido do que fazemos hoje, mas foi igualmente inesquecível. Era a nossa primeira taça, o primeiro título da gloriosa história do nosso Clube Atlético Paranense.
Sorteio da Copa Sul-Americana é confirmado para sexta (03/7)
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) confirmou que o sorteio da próxima edição da Copa Sul-Americana será realizado nesta sexta-feira, em Assunção. A cerimônia que define os confrontos iniciais da oitava edição do torneio, o segundo principal entre clubes do continente, será no centro de convenções da Conmebol, em Luque, nos arredores da capital paraguaia. Os brasileiros confirmados são Internacional, Flamengo, Coritiba, Goiás, Botafogo, Vitória, Atlético-MG, Fluminense e Atlético-PR. Também estão garantidos Boca Juniors e River Plate, da Argentina; Unión Española, do Chile; La Eqüidad e Deportivo Cali, da Colômbia; Cienciano e Alianza Atlético de Sullana, do Peru; Deportivo Anzoátegui, da Venezuela; e Libertad e Cerro Porteño, do Paraguai.
O campeão do torneio garante vaga na decisão da Recopa Sul-Americana, diante do vencedor da Libertadores.
O hino mais bonito do Brasil
No ano de 1968, o hino foi regravado pela Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.
Em concurso realizado pela rádio Record de São Paulo, foi cantado pelo conjunto de vocalistas "Titulares do ritmo", sendo considerado "o hino de clube de futebol mais bonito do Brasil".
Hoje, a letra do hino atleticano é uma espécie de senha dentro da Baixada. Cantado com amor e idolatria pelos atleticanos, a melodia, que no seu início embalou a conquista do bi-campeonato invicto de 29/30, continua ditando o ritmo das vitórias e conquistas atleticanas.
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
Vamos marchar
Vamos marchar
Sempre cantando
O hino do Furacão
E no peito ostentando
A faixa de campeão.
Atlético! Atlético!
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
O coração atleticano
Estará sempre voltado
Para os feitos do presente
E as glórias do passado.
Atlético! Atlético!
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
A tradição, vigor sem jaça,
A tradição, vigor sem jaça,
Nos legou o sangue forte
Rubro-negro é quem tem raça
E não teme a própria morte.
Atlético! Atlético!
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)”
- LETRA : ZINDER LINS
- MÚSICA : GENÉSIO RAMALHO

O zagueiro Rafael Santos e o volante Valencia serão dois desfalques certos para a partida do próximo domingo contra o Grêmio, em Porto Alegre. Os dois tomaram cartão amarelo na partida diante do Corinthians.
Para o lugar de Valência, Rafael Miranda é o mais cotado, mas o técnico fala até em aproveitar Zé Antônio na posição. Neste caso, Raul deverá retornar ao time.
Vamos perder dois grandes jogadores. Santos o artilheiro do time e Valencia o leão atleticano.
Para o lugar de Valência, Rafael Miranda é o mais cotado, mas o técnico fala até em aproveitar Zé Antônio na posição. Neste caso, Raul deverá retornar ao time.
Vamos perder dois grandes jogadores. Santos o artilheiro do time e Valencia o leão atleticano.
Agora vai...
O processo para colocar as novas cadeiras do setor Brasílio Itiberê já começaram. Agora as cadeiras passam a ser fixadas na base vertical da arquibancada, ao invés de fixar na horizontal, como está no restante do Caldeirão.A torcida atleticana, está ansiosa para ver tudo pronto.
Marcinho volta ao time
O técnico Waldemar Lemos poderá contar com o meia Marcinho, que cumpriu suspensão contra o Corinthians, na partida contra o Grêmio. O jogador se mostrou otimista com o momento da equipe, invicta desde a chegada do novo técnico.Marcinho teve uma boa atuação contra o Palmeiras e a esperança da torcida é de que o jogador continue melhorando seu futebol.
Todos esperam ver o Marcinho da época do São Caetano e do Corinthians. Época em que o jogador jogava um belo futebol e fazia inúmeros gols de falta.
Assinar:
Postagens (Atom)
