Estou há horas assim, chamando o gol para que não falte hoje. Vitória. Somente isso pode acontecer hoje, qualquer outro resultado irá ser um desastre para nós. Quando pensei que estávamos saindo daquela maldita fase, me vem o Ceará e mostra que ainda não devemos nos exaltar. Até agora não consigo entender como foi que conseguimos perder aquele jogo, estava em nossas mãos, eu poderia ficar levantando 500 hipóteses para explicar aquele jogo, mas a verdade continua sendo uma só, não temos nenhum jogador que saiba chutar a gol, alguns nota-se que se treinarem duro conseguem chegar ao um bom nível, mas outros é claro que podem até fazer macumba que continuarão fedendo de ruim, mais um jogo que vimos 3 pontos ir embora. O jogo contra o peixe hoje irá ser complicado, pois não iremos jogar apenas contra o santos, iremos jogar contra o time, a imprensa, o favorecimento pela estrelinha do Brasil, o Neymonstro, talvez o juiz, já que sabemos que esse nos meteu a mão em jogos passados, enfim, jogaremos contra muitos, mas isso nunca foi novidade no Atlético e nunca foi motivo para nos preocuparmos, opa pera aí, isso foi em tempos passados, aonde jogávamos com raça e amor a camisa, hoje não temos nada parecido com aquela época. E agora? Não nos resta nada a não ser torcer e incentivar esse time que amamos a ponto de fazermos loucuras por ele e que há semanas nos faz sofrer. Pra cima deles Furacão, gol gol, gol...
Em 1983, o Brasil parou para ver a semifinal do campeonato brasileiro. Em campo, Atlético X Flamengo. Curitiba ficou atleticana naquela noite onde a massa atleticana invadiu o Estádio Couto Pereira, 67.391 atleticanos espremidos para assistir o jogo. Fotos comprovam que tinha gente até nas torres de iluminação, valeu de tudo para ver o furacão jogar. Foi o maior público do estádio, o recorde em estádios do Paraná. " Uma marca que jamais será batida".
The Wall, o rock atleticano
No início da década de 90, costumava tocar numa das rádios curitibanas uma paródia da música “The Wall”, cujo título era “Atirei o pau no gato”. Foi então que, numa reunião entre amigos, alguns começaram adaptar alguns palavrões à música. A imaginação rolou solta e a canção foi transformada no maior hino da história da Fanáticos. A estréia oficial foi num Atletiba, quando as tradicionais famílias curitibanas se envergonharam com tanto palavrão. Enquanto isso, a galera rubro-negra foi ao delírio. Já os alviverdes, simplesmente emudeceram. Não existe resposta para uma música assim, a melhor coisa a se fazer é aceitar e ficar em silêncio.
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