Bom dia à Torcida mais fiel do Mundo! Confesso que estou ficando cansada de escrever a mesma coisa em todo (a) domingo/segunda. Já se foram cinco rodadas e eu poderia substituir algumas palavras no texto que escrevi na primeira rodada do Brasileirão que seria praticamente a mesma história. Contra o Figueirense, começamos com Branquinho no banco e com três volantes. Esse esquema valeria à pena se, e SOMENTE se, o time catarinense não tivesse espaço no meio de campo, o que não aconteceu. Com três volantes, tomamos dois gols, era hora de substituir! Entram Adaílton (no lugar de Guerrón, que nada fez novamente) e Róbston no lugar de Paulinho (Hããã??).Que beleza! Permanecemos com três volantes, sendo que um deles, o Sr. Cléber Santana, esteve nulo, pois estava andando em campo. O pequeno Gigante Deivid , como sempre, jogou pelos três volantes. Finalmente Pezão acordou e colocou Branquinho em campo. Agora tínhamos um pouco de criação, mas ninguém fixo no ataque para receber a bola. Gosto muito de Adaílton, mas até ele está apagado nesse time, e digo apagado em todos os sentidos. Ele sempre mostrou tanta vontade, tanta garra, mas está cada vez mais desanimado. Às vezes penso que deveria ser feito um trabalho psicológico na equipe do Atlético. Algo motivacional, ou coisa desse tipo. Afinal, os atletas têm a ótima estrutura do CT, boa alimentação, pagamento em dia, conforto... O que falta para que joguem com vontade? O que representa é que os jogadores não possuem identidade com o Atlético, não se orgulham de vestir a camisa. Provável fruto da maravilhosa administração atual. Amanhã “El Morro” desembarca em Curitiba. Que tenhamos a consciência de que ele não será o “Salvador da Pátria”, e de que precisamos de elenco que dê a ele a possibilidade de mostrar seu futebol. O cara é bom, isso é fato. Mas torço muito pra que não queimemos essa grande chance de ter um jogador como ele em nossa equipe. Fé sempre e pra sempre! SRN! www.twitter.com/elainenovak
Em 1983, o Brasil parou para ver a semifinal do campeonato brasileiro. Em campo, Atlético X Flamengo. Curitiba ficou atleticana naquela noite onde a massa atleticana invadiu o Estádio Couto Pereira, 67.391 atleticanos espremidos para assistir o jogo. Fotos comprovam que tinha gente até nas torres de iluminação, valeu de tudo para ver o furacão jogar. Foi o maior público do estádio, o recorde em estádios do Paraná. " Uma marca que jamais será batida".
The Wall, o rock atleticano
No início da década de 90, costumava tocar numa das rádios curitibanas uma paródia da música “The Wall”, cujo título era “Atirei o pau no gato”. Foi então que, numa reunião entre amigos, alguns começaram adaptar alguns palavrões à música. A imaginação rolou solta e a canção foi transformada no maior hino da história da Fanáticos. A estréia oficial foi num Atletiba, quando as tradicionais famílias curitibanas se envergonharam com tanto palavrão. Enquanto isso, a galera rubro-negra foi ao delírio. Já os alviverdes, simplesmente emudeceram. Não existe resposta para uma música assim, a melhor coisa a se fazer é aceitar e ficar em silêncio.
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