E novamente estamos sem treinador. A ridícula apresentação realizada pela equipe do Atlético no sábado contra o Bahia, fez com que Adílson Batista se demitisse ainda no vestiário. Meu peito fica apertado ao constatar que Pezão não vingou aqui no Furacão. Logo ele, que assumiu ser atleticano, e já chegou tão esperançoso e demonstrando respeito à camisa. Apesar disso tudo, infelizmente, não deu. Desejo à ele toda sorte profissional e minha admiração pela forma elegante como saiu: não criticou ninguém e ainda desejou sorte ao Furacão. Agora estamos em busca de um novo treinador, mas seja qual for o cara que chegar, não resolverá sozinho o problema do Atlético. Tá na cara que nosso maior problema não é treinador. A impressão que se tem é de um time de robôs em campo, que entram apenas para cumprir o dever de trabalhador de cada dia. Aliás, se fossem robôs seria até melhor, pois poderiam ser programados para fazer o certo em cada posição, pelo menos. O fato é que fica totalmente visível que o problema do Atlético é infinitamente maior do que acertar a contratação de um treinador. O problema maior é extra-campo, está fora das 4 linhas. O que explica essa tremenda apatia em campo? O que faz com que os nossos atletas não tenham a mínima motivação para jogar, mesmo com salário em dia e toda a estrutura do CT? Trocando uma idéia com alguns amigos atleticanos hoje, chegamos à conclusão de que temos algumas laranjas podres no meio dos atletas do Furacão. A verdade é que, pelo jeito, existe muito cacique pra pouco índio ali dentro, ou seja, todo mundo manda e ninguém obedece. Não temos uma defesa eficiente, nosso meio de campo pouco produz e nosso ataque é nulo. Como vencer dessa forma? O jeito vai ser colocar Nieto na zaga e Rafael Santos no ataque! Brincadeiras à parte, no ambiente interno do clube parece habitar um conflito de interesses que está matando aos poucos nosso Atlético. Base sólida é o que trará sucesso ao Furacão novamente. Encerro esse texto com as palavras de Juninho Madeira, um dos torcedores símbolos pra mim: “ Enquanto meu coração bater, meu pulmão respirar, e meu cérebro funcionar. Ninguém que desonrar a camisa sagrada, aquela que SÓ SE VESTE POR AMOR, terá o meu respeito, o meu apoio e meu aplauso. Por mais craque que seja."
Até em Diego Aguirre estão falando por aí,há que ter calma! Abraço Elaine e seu blog é mto bom,parabéns!!! Igor meu blog de esportes: http://igoresportes.blogspot.com/ e no twitter que é @blogdoigor05,quem quiser seguir a vontade e quem quiser acompanhar a vontade!! Mas o Adílson é bem cabeça dura também hein!
Em 1983, o Brasil parou para ver a semifinal do campeonato brasileiro. Em campo, Atlético X Flamengo. Curitiba ficou atleticana naquela noite onde a massa atleticana invadiu o Estádio Couto Pereira, 67.391 atleticanos espremidos para assistir o jogo. Fotos comprovam que tinha gente até nas torres de iluminação, valeu de tudo para ver o furacão jogar. Foi o maior público do estádio, o recorde em estádios do Paraná. " Uma marca que jamais será batida".
The Wall, o rock atleticano
No início da década de 90, costumava tocar numa das rádios curitibanas uma paródia da música “The Wall”, cujo título era “Atirei o pau no gato”. Foi então que, numa reunião entre amigos, alguns começaram adaptar alguns palavrões à música. A imaginação rolou solta e a canção foi transformada no maior hino da história da Fanáticos. A estréia oficial foi num Atletiba, quando as tradicionais famílias curitibanas se envergonharam com tanto palavrão. Enquanto isso, a galera rubro-negra foi ao delírio. Já os alviverdes, simplesmente emudeceram. Não existe resposta para uma música assim, a melhor coisa a se fazer é aceitar e ficar em silêncio.
Um comentário:
Até em Diego Aguirre estão falando por aí,há que ter calma!
Abraço Elaine e seu blog é mto bom,parabéns!!!
Igor
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Mas o Adílson é bem cabeça dura também hein!
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