Com 16 partidas pelo Atlético-PR nesta Série B, Maranhão se lesionou diante do Bragantino, na partida da 27ª rodada e foi substituído aos 14 minutos do primeiro tempo.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Maranhão treina visando breve retorno!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Vitória chorada Por Aline
Que jogo foi esse? De tirar o fôlego, capaz de
matar quem tem problemas cardíacos, um jogo em que a nossa crença nas cores
rubro negras foi testado. Estivemos em desvantagem quase todo o jogo. A hora que
eu entrei no estádio, já estava 1 x 0 pro encardido time do
América. Equilibramos o jogo, e
naquele momento nós buscavamos mais o jogo. Então, de pênalti Elias
empatou.
Em seguida, 2 x 1 pra eles em falha do
goleiro Weverton, que ao meu ver, cometeu sim o pênalti. João Paulo deu um
chutão de fora da área e quase fez um golação, mais no rebote do goleiro, quem
marcou foi Marcelo, para deixar tudo igual de novo. Ai, conseguimos tomar mais
um gol de bobeira e o time mineiro saiu com uma vitória parcial no primeiro
tempo.
Na volta da segunda etapa, Paulo Baier
entrou no lugar do fraco Henrique e foi nessa hora que eu olhei para meu
namorado e disse: ''A vitória sairá dos pés do Paulo Baier''. E na primeira vez
que ele tocou na bola, foi para dar um belo passe que poderia ser chamado de
meio gol, para Marcão. Rubro Negro empata, de novo.
Na sequência, viramos o jogo: Marcelo fez
seu segundo gol do jogo, décimo no campeonato e quarto do Furacão na partida. E
como na vida do Atlético tudo é dificil, Ricardo Drubscky tirou Marcelo que
estava com dores e colocou Derley, recuando o Furacão e chamando o América para
cima. E conseguimos tomar o empate quase no final do jogo.
Aqueles momentos foram desesperadores.
Além do empate que poderia custar muito caro, perdemos João Paulo, que vem sendo
primordial desde que chegou, pois distribui bem o jogo e não se esconde nos
jogos dificeis. E nessa hora Paulo Baier chamou todo mundo pro ataque, pois ali
era tudo ou nada. Elias tentou, goleiro deu rebote, ele tentou de novo, mais
quem colocou a bola no fundo das redes foi o Maestro. Que emoção após esse gol
chorado!
E assim, seguimos na briga, na porta do
G-4. O próximo jogo é contra o ABC e será bem dificil, como tudo sempre foi para
nós. E nós vamos conseguimos nosso objetivo lutando até o final, como lutamos
ontem. Isso é Atlético Paranaense, meu amigo, mais pode chamar de amor
maior!!!
Saudações Rubro Negras!
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Colunista Aline Izabeli Silva de Sousa (Lininha)
sábado, 6 de outubro de 2012
Em jogo de nove gols Furacão supera o América-MG e cola no G4
Para retomar a quinta colocação e não deixar o G-4 da Série B do
Campeonato Brasileiro escapar, o Atlético-PR recebeu o América-MG no Janguitão
e protagonizou um dos melhores jogos do torneio. Contando com artilheiros
inspirados, Furacão e Coelho empatavam até os 49 minutos, quando Paulo Baier
apareceu para definir a vitória dos mandantes por 5 a 4, mas acabaram se
distanciando do acesso à elite.
Tentando fazer valer
o mando de campo, o Furacão esboçou uma pressão, mas acabou surpreendido no
primeiro contra-ataque mineiro. Alessandro se aproveitou de trapalhada da
defesa paranaense e bateu forte para abrir o placar logo aos cinco minutos.A resposta dos mandantes demorou a sair e Elias resolveu chamar a
responsabilidade. Depois de quase marcar de fora da área, o meia pediu para
bater pênalti sofrido por Marcelo e bateu no canto oposto do goleiro Neneca,
deixando tudo igual.O ritmo do jogo não diminuiu e o América-MG também acabou
presenteado com um pênalti. Alessandro foi derrubado por Weverton na área, foi
para a cobrança e recolocou o Coelho em vantagem. Dez minutos depois, novo
empate: Marcelo aproveitou rebote de Neneca em chute de João Paulo e recolocou
o Rubro-Negro na briga.No minuto final da primeira etapa, porém, os americanos
comprovaram o dia de visitante indigesto e retomaram a liderança no placar.
Experiente, Fabio Júnior recebeu bom passe de Rodriguinho e mostrou o velho
faro de gol para dar toque sutil de bico na saída de Weverton.
Para o segundo
tempo, Ricardo Drubsky promoveu a entrada de Paulo Baier e o veterano não
decepcionou. Em sua primeira jogada, meia deu passe açucarado para o
centroavante Marcão driblar Neneca e deixar o dele no jogaço do Janguitão.Aos
12 minutos, enfim, a torcida atleticana viu seu time na frente no marcador.
Marcelo recebeu de Manoel, invadiu a área e bateu cruzado para balançar as
redes mineiras. A partir daí, o Drubsky recuou o Furacão no campo de defesa e
promoveu a entrada do volante Derley na vaga de Marcelo.Sem espaços, como no
primeiro tempo, o América-MG esbarrou na falta de criatividade do meio de campo
para colocar os atacantes na cara de Weverton, mas se aproveitou de nova falha
da defesa do Atlético para deixar tudo igual novamente.
A zaga afastou mal,
Welington Saci não fez a linha de impedimento e a bola ficou limpa para Fabio
Júnior fazer o segundo dele no jogo.A partida se complicou ainda mais para os
paranaenses quando o volante João Paulo levou o segundo amarelo e acabou
expulso. O receio de levar um gol, porém, segurou o ímpeto das duas equipes e o
ritmo dos minutos finais contrastou com o restante do jogo, um dos melhores de
toda Série B.
No último lance, o clima esquentou de novo no Janguitão e a
torcida da casa explodiu de alegria. Elias fez fila na grande área, parou em
Neneca, pegou e o rebote e parou na defesa. A bola seguiu viva na área e Paulo
Baier apareceu para deixar o dele e definir a vitória do Furacão.
Arbitragem
A Confederação Brasileira de
Futebol (CBF) definiu nesta terça-feira (02) o trio de arbitragem que comanda a
partida entre Atlético x América-MG, marcada para sábado, às 14h, no Janguito
Malucelli.O escolhido foi o árbitro pernambucano Nielson Nogueira Dias,
que será auxiliado por Albino Andrade Albert Junior e Pedro Santos de Araújo.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Pedro Botelho vira dúvida
O lateral-esquerdo Pedro Botelho, umas das revelações do time nessa série b, sentiu dores no púbis e foi poupado dos treinamentos no CT do Cajú.
Caso Botelho não atue contra o América-MG, o treinador Rubro-Negro deve utilizar Wellington Saci, que recentemente se recuperou de uma lesão no tornozelo, tendo ficado mais de dois meses fora.
O time que encara o Coelho, tem Weverton; Daniel, Manoel, Cleberson e Wellington Saci (Pedro Botelho); Deivid, João Paulo, Henrique (Pedro Botelho) e Elias; Marcelo e Marcão. O jogo, marcado para 14h de sábado, tem transmissão do Premiere, pelo pay-per-view
Caso Botelho não atue contra o América-MG, o treinador Rubro-Negro deve utilizar Wellington Saci, que recentemente se recuperou de uma lesão no tornozelo, tendo ficado mais de dois meses fora.
O time que encara o Coelho, tem Weverton; Daniel, Manoel, Cleberson e Wellington Saci (Pedro Botelho); Deivid, João Paulo, Henrique (Pedro Botelho) e Elias; Marcelo e Marcão. O jogo, marcado para 14h de sábado, tem transmissão do Premiere, pelo pay-per-view
Feliz 2013. Por Diogo Rodrigues Manassés
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| Diogo Rodrigues Manassés |
Perder para o Bragantino foi vergonhoso, além de decepcionante e inadmissível.
A esfarrapada desculpa de que o futebol não é uma ciência exata e que o nosso futebol é equilibrado não serve: já desperdiçamos pontos demais.
Desperdiçamos nova oportunidade de ingressar no G-4. Mas não foi a primeira vez. A conclusão óbvia é que o time decepciona quando é preciso dar o máximo. Ou seja, se depender apenas de si, não sobe. Aliás, nem a ajuda dos adversários, que deveria ser aproveitada como chance única, acaba gerando resultado esperado pela torcida.
Falta vontade? Como o time vai ter vontade de vencer tendo um técnico, além de pouco competente (o saldo é negativo, mais erros que acertos), pouco respeitável. Boa pessoa (pelo que dizem), mas, sem currículo, sem nome, sem respeito. Técnico não é amigo dos jogadores, não é colega. É chefe. Drubscky não é, ainda, técnico de um time do porte do Furacão.
O Internacional de Porto Alegre é tido por muitos como um dos melhores (se não o melhor) times da série A. Mas constantemente decepciona e joga um futebol aquém do que se espera. O time é grande demais para o técnico. O resultado é que o Colorado arrisca ficar em posição mediana na tabela no fim do ano. Demérito do técnico.
Clube Atlético Paranaense (como clube e como time) é grande demais para Drubscky. O acesso à série A está em xeque. Esperança sempre, expectativa cada vez menor. Resta torcer para que tenhamos um feliz 2013. SRN.
Desperdiçamos nova oportunidade de ingressar no G-4. Mas não foi a primeira vez. A conclusão óbvia é que o time decepciona quando é preciso dar o máximo. Ou seja, se depender apenas de si, não sobe. Aliás, nem a ajuda dos adversários, que deveria ser aproveitada como chance única, acaba gerando resultado esperado pela torcida.
Falta vontade? Como o time vai ter vontade de vencer tendo um técnico, além de pouco competente (o saldo é negativo, mais erros que acertos), pouco respeitável. Boa pessoa (pelo que dizem), mas, sem currículo, sem nome, sem respeito. Técnico não é amigo dos jogadores, não é colega. É chefe. Drubscky não é, ainda, técnico de um time do porte do Furacão.
O Internacional de Porto Alegre é tido por muitos como um dos melhores (se não o melhor) times da série A. Mas constantemente decepciona e joga um futebol aquém do que se espera. O time é grande demais para o técnico. O resultado é que o Colorado arrisca ficar em posição mediana na tabela no fim do ano. Demérito do técnico.
Clube Atlético Paranaense (como clube e como time) é grande demais para Drubscky. O acesso à série A está em xeque. Esperança sempre, expectativa cada vez menor. Resta torcer para que tenhamos um feliz 2013. SRN.
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Colunista - Diogo Rodrigues Manassés
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